CSI: NY – 6×01: Epilogue / CSI – 10×01: Family Affair [Seasons Premier]

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A cidade de New York teve um final de temporada lindo, genial; já Las Vegas nem tanto. Porém, ambas tem ótimos começos, com nossos CSIs preferidos e muitos, muitos tiros.

Atenção: Spoilers Abaixo

CSI: NY

O episódio começa com a seqüência que deu final à ótima quinta temporada. Tiros por todos os lados, muitos vidros quebrados e, como não poderia faltar, sangue escorrendo de alguém.

Após a abertura, a série mostra que continuará com a sua perfeita trilha sonora, fazendo uma montagem de como os CSIs continuaram com suas vidas após os acontecimentos de um mês atrás, ao som de Fink (See It All). Mac se tornou obsessivo pelo caso (que ainda não tem nenhuma pista), espalhando evidências por toda a sua sala; Don tenta esquecer Jess tomando bebidas alcoólicas e se encontrando com outras mulheres; Adam e Stella se envolvem durante uma noite (e de acordo com ela, não acontecerá novamente) e, para concluir a cena, Mac olha para o distintivo de Danny com um olhar triste. Já sabemos que estava sangrando no bar.

Danny foi atingido na noite do tiroteio, ficando temporariamente paraplégico. Percebe-se que ele está muito revoltado com sua situação, mas Lindsay está presente para ele. O jeito que ela deu suporte para seu marido foi muito fofo, principalmente quando ela descobre que as chances dele voltar a andar são somente de 10%. Ela diz que essa é a mesma porcentagem que o canal do tempo disse que teria chance de chover, e foi o suficiente para ela trazer seu guarda-chuva.

Assim como o nome do episódio sugere, o caso gira em torno da descoberta dos responsáveis pelo tiroteio. Um epílogo do arco. Tudo começa com Mac e Danny se encontrando com a irmã de um dos culpados, que acaba morta. Então eles analisam vídeos de segurança, cena do crime e, devido a novos ataques do carro prateado, eles chegam à conclusão que isso não tem nada a ver com policiais, e sim com pessoas querendo ter poder.

Analisando DNA, vozes em secretárias eletrônicas e placa de um veículo, todos os três responsáveis são identificados (na verdade dois, pois Jake não atacou o bar). Um morreu pelas facadas dadas pelo segurança e o outro levou um tiro de Jake, que foi para a cadeia. Achei interessante a escolha de fazer algo sem nenhum grande significado por trás. Os CSIs estavam apenas no local errado, na hora errada.

Tendo o caso resolvido, todos podem seguir com suas vidas, até Danny, que no fim do episódio consegue mexer seus dedos do pé no mesmo momento que começa a chover. A cena foi ótima, mas alguém realmente achou que ele ia ficar na cadeira de rodas para sempre?

E não posso esquecer de comentar a chegada de uma nova personagem: Haylen Becall, técnica de limpeza de cena do crime. Ela acha uma impressão digital sangrenta no elevador do prédio. Haylen está determinada a ter um emprego no laboratório, porém o empregado mais recente é Adam. Isso mostra que os dois ainda terão uma história.

CSI

Fiquei com medo de assistir essa season premier depois do final de temporada horrível. Mas o laboratório de Las Vegas já é parte da minha vida, então juntei forças e, com muita esperança, baixei o episódio em questão.

Todo o desgosto que eu tive assistindo ao episódio final da nona temporada foi quase perdoado totalmente só com a abertura desse episódio. As cenas congeladas foi uma das coisas mais lindas que eu vi nesse começo de Fall Season. Aparentemente, não foi somente o Morpheus que saiu da matrix para ir à CSI, mas também alguns efeitos especiais e os agentes Smith que atacaram o laboratório. Sem contar que, na falta de Grisson, Lawrence Fishburne conseguiu ser convincente na sua frase de impacto pré abertura.

O caso foi típico Las Vegas, com a morte de uma jovem atriz em ascensão. O que parecia apenas uma batida causada por um motorista bêbado acabou se desenvolvendo em algo maior. O guarda – costas do namorado de Olivia (a atriz) foi pago para afastar a garota, que estava grávida. Ele deveria apenas tirar fotos dela com seu pai problemático, mas acabou matando o homem. Agora, ele teria que matar Olivia também, e usou um perseguidor obcecado pela atriz como bode expiatório.

Achei muito bom que o John Doe de Greg foi a razão do ataque ao laboratório, e que acabou por ser a peça para resolver o caso. Ataque, aliás, que parecia ser mais legal congelado. Eu achei que tudo aconteceu meio rápido demais. Vendo a abertura, deu a entender que aquele seria um grande acontecimento, mas não passou de dois minutos chegando ao fim do episódio.

A CSI Adams, que entrou para substituir Sara, já saiu da série, e devo admitir que não sentirei falta dela. Presumo que quem terá mais destaque é Wendy Simms (Liz Vassey), que até já entrou nos créditos da abertura (demorou né? Ela é ótima). E, substituindo sua substituta, quem dá as caras é Sara Sidle. Aparentemente, ela vai fazer parte de um arco da temporada. Eu nunca gostei muito da personagem de Jorja Fox, mas fiquei feliz em revê-la. Ela deu uma ajuda moral para Catherine, que estava achando que era uma péssima líder, assim como Riley sugeriu.

Eu já estava feliz com o episódio, o qual teve uma participação maior da Catherine e mostrou Nick como o futuro entomologista do laboratório. Mas então, no último minuto é mostrado o cliffhanger da temporada (ou pelo menos do próximo episódio). Há algo no tórax de Joseph Bigelow, algo muito estranho.

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