CSI: NY – 6×02: Blacklist / CSI – 10×02: Ghost Town

CSI NY 6x02

Um assassino virtual e um parente de uma personagem conhecida pelos fãs de CSI mais velhos. Dois ótimos episódios, com duas ótimas tramas.

Atenção: Spoilers Abaixo

CSI: NY

A história começa com um aparente GPS quebrado, dando indicações erradas à um sujeito. Mas quando ele se encontra em um beco sem saída, no pior bairro de New York, e a suposta assistência técnica sabe seu nome (e tem uma voz creepy), a situação fica mais interessante.

Aaron Dexter (o homem do carro) é morto por residentes do bairro quando seu carro dispara o alarme e desliga todos os outros comandos. Ele era o chefe executivo da rede de saúde GMI Health.

A equipe de Mac Taylor entra em ação e descobre, pelas impressões digitais deixadas na porta do veículo e pela suposta altura do atirador, o culpado. Junior Mosley atirou em Dexter e roubou sua carteira.

Caso resolvido? Ainda não. O Dr. Jeff Evans estava apreciando um agradável almoço, quando entra em choque anafilático. A comida fora feita com um molho de amendoim, pelo qual o doutor era alérgico.

Um homem é morto devido à instruções erradas de um GPS que, no sistema central, acusava a localização correta. Outro entra em coma devido a um ingrediente que, tecnicamente fora excluído do pedido pelo computador, mas chegou nas mãos do chef com a informação errada. Não demora para Mac concluir que está lidando com alguém usando a tecnologia como arma.

Quando o “assassino virtual” usa a assinatura digital de Mac para instalar câmeras de segurança no laboratório, o detetive usa tal ferramenta como uma vantagem sobre o culpado. Ele pede para o assassino ligar para seu escritório, e obtém uma resposta. O chamado Grave Digger fala sobre o pai de Mac, e como ele morreu. Depois de um flashback da parte de Mac, ele chega à conclusão que o Grave Digger está em um estágio terminal de câncer. O Dr. Evans era seu oncologista e o hospital onde ele se tratava era administrado por Dexter.

Quando a equipe cruza os nomes dos pacientes do Dr. Evans com os empregados da Prospective Data (acharam por causa da sua impressão digital virtual) e obtiveram o nome Victor Benton. Ele trabalhou durante dez anos com o projeto de GPS do governo.

Mac sabia que Benton iria atacar novamente, e descobriu o nome da outra médica que o tratou: Lisa Kim. A doutora possuía um caso de grave claustrofobia e quase morreu quando Victor a trancou dentro do elevador do hospital. Felizmente para Kim, Mac e Hawkes chegam a tempo de salvá-la.

O Benton era motivado pelo fato de que,  há dois meses, a área de oncologia do hospital foi fechada, e nela eram tratados pacientes sem seguro de graça. Quando Victor parou de receber o tratamento, foi como ele tivesse recebido seu atestado de óbito.

Victor ficou tão ocupado aterrorizando a Dra. Kim que acabou ficando exposto. Com a ajuda de um cavalo de Tróia, Adam consegue o endereço do Grave Digger. Quando ele percebe que foi exposto, arranca seu medicamento das veias e retira seu oxigênio. Ele quase morre, mas os detetives foram mais rápidos. Agora ele será tratado até seu julgamento.

Achei o Grave Digger um perfeito vilão, mas senti que ele poderia ser mais desenvolvido. Tudo acabou rápido demais. Mas de qualquer jeito, além de ser um desafio para os detetives, o episódio contou com ótimos flashbacks de Mac, lidando com seu pai a beira da morte.

CSI

CSI 10x02

A equipe do graveyard shift trabalha em dois casos no episódio. Nick, Sara e Greg investigam o assassinato de um homem encontrado com a garganta cortada, e Catherine, Ray e o Doc tentam resolver o curioso caso de Joseph Bigelow.

No final do episódio de estréia, Ray e Doc ficam intrigados por algo dentro do Sr. Bigelow, o que revela ser o intestino delgado do homem amarrado em seu baço, como um presente de natal. Se isso já não fosse estranho o suficiente, eles descobrem que tal proeza fora feita após sua morte e de uma maneira muito peculiar: com um laparoscópio.

Catherine lembra-se que conhecia Joe. Ele era um morador de rua que fazia sempre o mesmo trajeto todos os dias. No entanto, o lugar onde ele foi achado era longe de sua rota normal, sugerindo que a pessoa que fez isso mora ou trabalha perto do local da desova. Também indica que não havia motivos pessoais, Joe foi escolhido ao acaso.

Enquanto o caso do presente de natal é investigado, Nick, com a ajuda do legista Super-Dave, descobre que a casa onde o Ryan Lester foi morto era usada para gravar e transmitir certo tipo de entretenimento via webcam. Quando Greg analisa alguns vídeos feitos, ele percebe que a cortina de trás da moça do filme se mexe. Ao dar um close, ele encontra um olho (bastante bizarro) observando a performance da garota.

Nick vai até o lugar onde o observador desconhecido ficava, e acha um cabide da lavanderia Diamond Star. A única casa da área que usa esse serviço de lavanderia é a de Faith Manson, que mora com seu filho. Nick e Sara entram no quarto do garoto, que possui uma decoração medonha, voltada para o lado negro da força, assim por se dizer. Depois de encontrarem um sapato do mesmo tamanho da pegada deixada na cena do crime e uma navalha com sangue, Sara vê máscaras típicas de filmes de terror e se lembra do Juiz Manson, também conhecido por Paul Millander.

Aqui temos um momento clássico e nostálgico para os antigos fãs de CSI. Na primeira temporada (com um fechamento do arco somente na segunda), uma série de assassinatos é cometida pelo serial killer Millander, que era um tipo de dupla personalidade de Doug Manson. Craig é o filho adotivo de Manson/Millander.

O garoto é levado para a delegacia e outro corpo é encontrado na casa vizinha dos Mansons. A vítima (que gerenciava uma casa de drogas) foi assassinada do mesmo modo que Ryan.

Tanto o sapato quanto a navalha, são excluídos como provas contra Craig. A única evidência que bate é a maquiagem achada no exterior da casa de Ryan. Mesmo assim, os CSIs continuam contendo Craig, tentando achar alguma prova contra ele.

Catherine vai até Ray para que ele dê uma olhada no caso de Nick com olhos frescos. Ele estava tentando fazer o mesmo procedimento em um porco que o Dr. Jekyll fez em Joe. Preciso comentar essa parte porque achei muito boa. Ray diz que fazer o laço com o intestino é como tentar fazer um nó em um cabo de cereja com a língua. Cath diz que, depois de algumas bebidas, ela consegue. Senti saudades desse lado showgirl da nova chefe.

Ma voltando para o caso, Ray analisa um braço de borracha achado no quarto de Craig, e percebe uma má formação em seus dedos. Como Millander não tinha esse problema, fica claro que aquela era uma cópia das mãos de Craig. Com isso, Ray prova que Craig não consegue segurar um estilete direito e, conseqüentemente, ele não poderia ter matado as duas vítimas.

Ray volta para o caso do Dr. Jekyll e chega a conclusão que Joe não será sua última vítima. Aparentemente, ele guardou a gravata-borboleta de Joe, indicando um comportamento típico de serial killers.

Nisso, Nick e Sara analisam as camisetas das duas pessoas que chamaram a policia (a garota que o encontrou no chuveiro e escorregou em seu sangue e o patrulheiro da rua que encontrou a garota). Eles descobrem respingos de sangue na camiseta do patrulheiro que não deveria estar lá. Com Brass, eles vão até a casa de Harvey, e o encontram com uma arma na mão, mantendo a filha e mulher como reféns. Nick conversa com Harvey, e ele finalmente deixa ambas irem com os policiais. Depois de um tenso momento “Irá ele se matar?”, Harvey larga sua arma e diz que só queria proteger a família. Suas intenções eram boas, mas ele tomou o caminho errado.

No final do episódio, Sara conversa com Craig, se desculpando por tê-lo mantido como suspeito devido as ações de seu pai. Ele divide com a CSI um momento em que lembra de sua infância, e seu vinculo com Paul Millander e Doug Manson.

Após essa cena afetuosa, o episódio fecha com Ray analisando algumas coisas velhas de seu pai (que lutou na guerra da Coréia ) e encontrando sangue na ponta de uma das suas medalhas. Ele pega uma amostra, que provavelmente irá mandar analisar.

Adorei o episódio, e principalmente esse novo serial killer. Dr. Jekyll dará uma boa história.

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