Sextas de Nozes

Atenção: Spoilers Abaixo

Smallville – 9×10: Disciple

Nunca fui fã ávida de Smallville, e já tinha quase desistido da série. Mas como tenho uma longa história com o Superman, não pude deixar de assistir Clark sendo jornalista em Metrópolis e namorando Lois Lane. Tendo isso dito, vamos ao episódio do dia. A história começou muito bem, mostrando o afeto agora declarado entre Lois e Clark. Mas foi só o momento fofo acabar para Lois cometer um ato idiota (os quais a série tanto gosta); pois o que fazemos quando somos ameaçados por um arqueiro malvado? Corremos em linha reta sem nos protegermos (desculpe, mas é furo demais do roteiro). Daí pra frente tivemos uma história sobre o passado do Oliver, que foi interessante para o personagem, mas que não era realmente necessário para a trama no geral (principalmente porque todos os traumas e machucados desapareceram no final). Para mim, o que mais valeu desse episódio foi a evolução da relação Clark -Zod, que agora está atrás de um livro para ajudá-lo a concretizar seus planos malignos. A história em si não me agradou muito essa semana, mas teve algo que me irritou muito mais. Assim, adoro citações pop culturais, mas colocar uma a cada cinco falas é demais. Existe uma coisa chamada bom senso.

Dollhouse – 2×13: Epitaph Two: Return [Series Finale]

Não gostei do começo da segunda temporada de Dollhouse, nem do meio. Foi só no episódio 8 em que as coisas melhoraram, o que levou a esse final de temporada (e de série) perfeito. Tenho medo de Joss Whedon, pois acompanhei todas suas séries e sei que nos episódios finais ele gosta de matar personagens principais e tomar rumos inesperados. Isso pode resultar em um ótimo final de temporada, como em Buffy, ou em um péssimo, como em Angel. Fiquei com medo, mas em Dollhouse, Joss se superou. Ele matou os personagens certos e seguiu o melhor rumo. Ele recriou a atmosfera tão bem desenvolvida de Epitah One e lhe deu uma solução criativa. Ele trouxe todos os grandes personagens com quem criamos uma ligação no passado e os colocou lutando no mesmo lado. Ele nos fez sofrer, ele nos fez sentir. A história de Echo e das outras dolls teve uma vida curta, mas seu final foi certamente digno.

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