Quintas de Baunilha

Fringe – 2×19: The Man from the Other Side/ 2×20: Brown Betty

Spoiler Alert!

Dizer que Fringe está cada vez melhor já se tornou repetitivo e desnecessário; então fica subentendido. Quando shapeshifters do universo paralelo atravessam para o nosso mundo e atacam um casal de jovens, cabe aos três mosqueteiros descobrir suas intenções em The Man from the Other Side.
Pela interferência estática em algumas televisões, é descoberto que os dois mundos estarão em perfeita sincronia às 15h31. Após interrogar o (bizarro) shapeshifter defeituoso e juntar essas informações com a teoria de Walter dos universos, eles descobrem que Newton pretende fazer a travessia de algo na ponte no rio Charles.
O crescente afeto de Peter por Walter permitiu que nesse episódio ele o chamasse de “pai”. Infelizmente, todo esse sentimento foi revertido quando Peter finalmente descobre que ele não é desse mundo. Foi de doer o coração quando Walter chega todo feliz no quarto do hospital e Peter o corta com sua cara séria e sua fala “Eu não sou daqui, sou?”. E que tal a Olivia toda esperta? Descobriu que a travessia seria feita no rio porque a água absorveria a energia excedente e percebeu que o policial era um agente de Newton. Way to go, girl!
No entanto, o que nossos heróis não sabem é que o importante do plano não era a ponte em si, mas a chegada do Secretário. E se me perguntarem, todas minhas fichas estão no Walternativo. Pais são capazes de fazer qualquer coisa para terem seus filhos de volta; e esse derrubará fronteiras universais para recuperar o seu. Sem contar que o shapeshifter interrogado cooperou demais, ainda se desculpando com Walter. Certeza que ele achou que estava falando com o Secretário.

O grande musical de Brown Betty realmente foi legal, mas convenhamos que não foi bem musical. Um filme (no caso episódio) musical tem como definição “narrativa que se apóia predominante ou exclusivamente sobre uma sequência de músicas coreografadas”. O que nós tivemos foi pequenos segmentos em que as personagens cantam (e um com três cadáveres). As músicas ficaram boas (principalmente a do Broyles e da Astrid), mas não acho que seja o suficiente para se tornar um musical (e o que aconteceu com a música que a Nina iria cantar para Olivia?). Deixando esse fato de lado, realmente gostei do episódio.
A trama envolveu tudo que um film noir necessita: investigação, mistério, romance, uma personagem feminina forte e um senso de moralidade relativo. Sem contar o coração/ bateria de vidro, o laser quântico e o dispositivo perfurador de paredes.
Achei interessante que a vulnerabilidade de Olivia veio à tona na história. Não é sempre que vemos a agente do FBI dizendo que gostaria de ter alguém que a abraçasse e a levasse para dançar. Também gostei da dinâmica entre Walter e Ella e da perspectiva “observadores malvados”, principalmente porque ainda não sabemos direito seus objetivos. E isso nos leva às perguntas: “com quem o Observador estava falando no final do episódio” e “qual é o aviso que Walter não se lembra”. Aparentemente Peter será uma parte crucial do final da temporada.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: