Alias e Arquivo X se encontram na série Hunted

07/09/2012

Lembram da personagem Lauren Reed em Alias? A boa esposa de Michael na 3ª temporada que não era tão boa? Pois a atriz Melissa George volta ao cenário de espiões para protagonizar a série Hunted, do roteirista/produtor de Arquivo X, Frank Spotnitz.

A trama em oito episódios é do canal Cinemax, e conta a história de uma agente de elite que sobrevive a uma tentativa de assassinato. Ela depois descobre que a pessoa por trás do ataque pode ser algum dos seus colegas de trabalho. Também estão no elenco Stephen Dillane (Game of Thrones) e Adam Raymer (Hawthorne).

Depois de Alias, a atriz participou de grandes filmes de terror, como Terror em Amityville e 30 Dias de Noite. Agora ela irá lutar mais uma vez por sua vida a partir do dia 19 de Outubro. Mulder e Scully estão aposentados, mas as conspirações continuam…

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Os Títulos das Séries

08/11/2010

Uma série brilhante é um conjunto de vários fatores: roteiro, elenco, produção, direção, etc. Cada detalhe enriquece o programa, e nada diz “Nós cuidamos de todos os aspectos desse seriado” como uma relação de títulos bem colocados.

Eles podem seguir um padrão gramatical, como os de Friends (The One with the Blackout, The One with the Giant Poking Device, The One with the Girl from Poughkeepsie) ou The Big Bang Theory (The Pancake Batter Anomaly, The Killer Robot Instability, The Wheaton Recurrence); podem ser títulos de músicas, como em Grey’s Anatomy (Raindrops Keep Falling On My Head, Grandma Got Run Over By a Reindeer, I Like You So Much Better When You’re Naked); ou podem ser títulos de filmes/séries/cultura pop modificados, como Charmed (The Truth is Out There… and It Hurts, Womb Raider, Kill Billie Vol. 1) ou Veronica Mars (Mars vs Mars, Rashard and Wallace Go to White Castle, President Evil).

Alguns nem sempre seguem padrões, mas a preocupação com o título se torna evidente com o seu significado. Pode ser algo simples, como “33” de Battlestar Galactica (que denota a quantidade de minutos que a tripulação podia ficar em um lugar antes que naves cylons atacassem); ou também pode ser algo mais plural, como “42” de Doctor Who (o qual é um episódio que se passa em “tempo real”, parecido com um episódio de 24 Horas. Também faz uma referência ao Guia do Mochileiro das Galáxias, em que 42 é a “resposta” chave da história. Uma curiosidade é que Douglas Adams (autor dos livros) foi roteirista na época das series originais de Doctor Who).

Para terminar o artigo, deixo cinco dos meus títulos favoritos:

“Nothing Important Happened Today” – Arquivo X

“A Priest, a Doctor and a Medium Walk into an Execution Chamber” – Medium

“Jack, Meet Ethan. Ethan? Jack.” – Lost (mobisode)

“Nothing Good Happens After 2 AM” – How I Met Your Mother

“Do Shapeshifters Dream of Electric Sheep?” – Fringe

 

Qual o seu título preferido?


Filmes: Arquivo X – Eu Quero Acreditar

21/01/2010

Durante anos acompanhei a saga de Fox Mulder e Dana Scully em busca da verdade. Por ser mais nova na época, passei noites com medo dos bichinhos verdes fosforescentes me atacarem e me envolverem em um casulo, de mutantes arrombarem a porta de casa ou de me encontrar com uma criatura do espaço. Quando mais velha, fiquei assistindo a maratonas intermináveis das nove temporadas enquanto estava de férias.

Virei uma pessoa mais feliz no dia em que li que seria feito um segundo filme de “Arquivo X”. Toda semana via novas fotos das filmagens e procurava me informar mais sobre a trama. Dia 26 de julho de 2008 a ansiedade chegou ao êxtase e fui assistir ao tão esperado filme no cinema. Com um pastel na mão e outro no colo, a felicidade foi aumentando enquanto lia “David Duchovny” e “ Gillian Anderson” na tela. Assim como a felicidade veio, foi embora.

Diferente dos episódios da série, o filme é parado e em partes chega a ser monótono. Scully está chata e Mulder idiota. As cenas dos dois trabalhando juntos são poucas. O filho que Scully teve no final da série é citado em duas frases e nunca mais. Amanda Peet, que achei que faria um papel legal, quase não tem importância. E, de extraterrestres e OVNIS que é bom, nada. A trama é sobre alguns médico-psicopatas russos (novidade) que estão fazendo experimentos com seres humanos. Seria bom para um episódio de meio de temporada, seria bom para um filme com atores menos conhecidos, mas definitivamente não é nada bom para um filme de “Arquivo X”.

Essa seria a oportunidade perfeita para fechar melhor o seriado ou para fazer uma história independente muito legal. Era a chance de fazer com que as pessoas mais novas, que nunca tinham visto as temporadas, se interessassem na história e fossem procurar a série. Chris Carter nos deixou na mão.

A verdade está lá fora…infelizmente.