Mudanças na CBS

19/05/2010

Com o final da Fall Season, a CBS está fazendo modificações: São séries renovadas, séries canceladas, mudanças de horário e uma nova estratégia de programação.

Com o cancelamento de Cold Case, The New Adventures of Old Christine, Gary Unmarried, Accidentally on Purpose, Miami Medical, Numb3rs e Ghost Whisperer, entra na programação da emissora as novas séries Shit My Dad Says, Hawaii Five-O, Mike and Molly, The Defenders, Blue Bloods e o spin-off de Criminal Minds ainda sem título.

A CBS mantém as séries The Big Bang Theory, How I Met Your MotherMedium, Two and a Half Men, The Good Wife, The Mentalist, CSI, CSI: Miami, CSI: NY, Criminal Minds, NCIS,  NCIS: Los Angeles, The Amazing Race, Survivor, Undercover Boss e Rules of Engagement, apenas mudando Survivor para as quartas, CSI:NY para as sextas, CSI:Miami para os domingos e The Big Bang Theory para as quintas, combatendo Community da NBC. Para tentar ganhar a audiência de The Office, a emissora aposta na comédia baseada na conta do twitter Shit My Dad Says, que irá ao ar logo após de TBBT.

Confira como ficará a programação do próximo Fall Season:

SEGUNDAS

8:00-8:30 PM              HOW I MET YOUR MOTHER
8:30-9:00 PM              RULES OF ENGAGEMENT
9:00-9:30 PM              TWO AND A HALF MEN
9:30-10:00 PM            MIKE & MOLLY
10:00-11:00 PM          HAWAII FIVE-0

TERÇAS

8:00-9:00 PM              NCIS
9:00-10:00 PM            NCIS: LOS ANGELES
10:00-11:00 PM          THE GOOD WIFE

QUARTAS

8:00-9:00 PM              SURVIVOR
9:00-10:00 PM            CRIMINAL MINDS
10:00-11:00 PM          THE DEFENDERS

QUINTAS

8:00-8:30 PM              THE BIG BANG THEORY
8:30-9:00 PM              $#*! MY DAD SAYS
9:00-10:00 PM            CSI: CRIME SCENE INVESTIGATION
10:00-11:00 PM          THE MENTALIST

SEXTAS

8:00-9:00 PM              MEDIUM
9:00-10:00 PM            CSI: NY
10:00-11:00 PM          BLUE BLOODS

DOMINGOS

7:00-8:00 PM              60 MINUTES
8:00-9:00 PM              THE AMAZING RACE
9:00-10:00 PM            UNDERCOVER BOSS
10:00-11:00 PM          CSI: MIAMI

Fonte: Watch with Kristin, do E!Online


Promo CSI: 10×14: Unshockable

26/02/2010

CSI retorna dia 4 de março, com a banda pop/country Rascal Flatts como convidada especial.


Quintas de Baunilha

10/02/2010

Atenção: Spoilers Abaixo

Grey’s Anatomy – 6×13: State of Love and Trust

Não achei que iria acontecer, mas McDreamy realmente virou McChief, e acabou por narrar a trama da semana. Não foi dos melhores episódios, mas decisões importantes foram tomadas. Falando de amor e confiança, Mark continua bravo com Lexie, o que eu e a Callie achamos injusto de sua parte. O ex-Chief engoliu o orgulho e tomou a decisão correta, e agora irá para rehab. Karev, que já tinha um passado com obstetrícia, pode afirmar que a pediatria, assim como as outras alas, também é hard core. Derek teve que lidar com um possível processo, no mesmo caso que Bailey acidentalmente traiu a confiança de sua paciente. Nada melhor do que acordar no meio de uma cirurgia com uma médica mexendo no seu intestino como se fosse um prato de macarrão, certo? E por final, mas definitivamente não menos importante, temos Christina e Hunt. Ellen Pompeo pode ser a protagonista da série, mas quem está dando um show atualmente é Sandra Oh. Owen pode não entender Christina direito, mas eu acho que ela está certa. Yang já se perdeu uma vez com um relacionamento que acabou mal e, para que a relação Huntina dê certo, ela tem que colocar um limite mesmo. Com um pouco de sorte e colaboração de todas as partes, talvez Owen, Christina e Teddy possam existir no mesmo espaço.

Fringe – 2×15: Jacksonville

Deturpadamente magnífico. Sem dúvidas, esse episódio foi o melhor das duas temporadas. Depois de alguns episódios sem grandes revelações da mitologia básica da série, Fringe chega essa semana com força total – rasgando realidades paralelas e sobrepondo prédios e pessoas. O universo precisa de equilíbrio, Walter precisa ir para Jacksonville e os fãs precisam de mistério e ação. Eu estava com saudades de ver Olivia se envolvendo nas experiências bizzaras de Walter e, dessa vez, o experimento lhe rendeu um poder adormecido. Depois de ser transportada até uma floresta (eu jurava que ela estava na ilha de Lost quando abriu os olhos…) e ter um encontro com si mesma, a agente Dunhan agora vai além dos limites da percepção e pode identificar objetos (e pessoas) que pertencem à realidade alternativa. Não só ela pode salvar várias pessoas de ter um final terrível, como descobriu um segredo que Walter não quer que seja revelado. Só quero ver como ficará a relação da protagonista com os Bishops, uma vez que Olivia deu uma olhada no dark side de Walter e agora sabe que Peter não é de “Kansas”.

CSI – 10×13: Internal Combustion

Las Vegas é considerada a cidade do prazer, por isso muitos podem não levar a sério um homicídio. E é por isso que nossos CSIs possuem um trabalho tão importante. O que começou com um rapaz desmaiando e morrendo na escola não passou de um infortúnio da Síndrome de Chiari, mas levou os investigadores a encontrar o homicidio principal da trama. Um bom episódio não pode deixar de ter uma gangue, carros velozes, amor jovem e um homem com um grande ego. Infelizmente para Cindy, isso resultou na garota sendo atropelada e arremessada como uma bola de futebol americano. No entanto, graças aos esforços da turma do graveyard shift, o mistério foi resolvido e o culpado foi pego. Esse foi um bom episódio independente, mas estou curiosa para saber o que a continuação do arco do Dr. Jekyll aguarda. Langston não apareceu muito na história, dando mais lugar a Catherine e Nick. Adoro ver os dois trabalhando juntos, talvez pela nostalgia das primeiras temporadas. Ambos apostando uma corrida no final foi um fechamento perfeito para o episódio.


CSI Las Vegas X CSI Curitiba

25/01/2010

“Em uma cidade em que a indiferença sobre o outro prospera, uma garota é encontrada. Cabelos loiros, unhas feitas, corpo rígido, olhos espantados. Os peritos chegam ao local.”

Tal história poderia ser o começo de um novo episódio de CSI, assim como poderia ser um novo caso para o Instituto de Criminalística de Curitiba. A cena é a mesma, muda o que vem depois. Em Las Vegas, a área estaria isolada dos cidadãos com fitas amarelas “Do Not Cross” e os peritos chegariam com seus kits de alta tecnologia para analisar o local. Em Curitiba, a vítima estaria coberta com um lençol, os cidadãos estariam praticamente pisando nesse lençol e os peritos chegariam com seu kit básico e sua criatividade.

A maioria que assiste ao seriado sabe que muito do que é mostrado no programa é fantasioso. Para fazer sucesso, uma atração deve cativar o telespectador com tramas interessantes e personagens bem desenvolvidos. Por tal motivo, alguns aspectos são mostrados de maneira errônea. No entanto, quando se faz uma comparação do que o show apresenta com a realidade curitibana, percebe-se que há muitos fatores em comum, desde a técnica de recolher uma impressão digital até máquinas tecnológicas para fazer a análise de drogas e álcool.

Deve-se levar em conta, entretanto, que alguns fatores são diferentes devido à legislação do país. Um exemplo é que nos EUA quem libera o corpo da cena do crime é o legista, no Brasil é o próprio perito que está no local.

Procedimento

No seriado, quando o CSI (criminalista norte-americano) chega ao local, ele observa a cena, fotografa o corpo e as evidências à sua volta e, depois que o corpo é liberado, ele colhe tudo que acha significativo.

A realidade não foge muito disso. O maior problema é que em Curitiba há quase sempre a contaminação da cena do crime. Se o corpo não é movido, é coberto por alguma coisa, ou as pessoas ficam muito perto da vítima – pisoteando o local e destruindo provas. No entanto, o perito faz o que pode. Ele também observa e tira fotos (no programa são usadas máquinas fotográficas digitais semi-profissionais para fotografar o corpo. Em Curitiba, máquina digital normal) e depois colhe evidências. Outra diferença é que os CSIs têm plásticos e frascos específicos para colher as provas e em Curitiba, os peritos usam praticamente qualquer coisa para coletar amostras. Alguns usam sacos plásticos ou até mesmo as próprias mãos; os mais organizados usam pequenos plásticos individuais. Incrível é a sorte que os criminalistas de Las Vegas têm quanto ao recolhimento de evidências. Tudo que eles coletam é significativo para o caso, infelizmente, nossos peritos pecam com essa falta de sorte.

Embora cada CSI tenha uma especialização em sua ficha, todos eles são experts em todas as áreas, seja balística, química,genética molecular forense ou papiloscopia. Sem contar que eles também atuam como policiais e detetives. Nossos peritos possuem certa liberdade de transitar entre algumas áreas, mas não tanto como é mostrado no show. Também não atuam como detetives ou policiais, ainda que tenham porte de arma. É difícil um perito acompanhar um caso do começo ao fim. A maioria faz o exame que está na sua área e passa para frente. Os únicos casos com que eles têm mais contato são aqueles com repercussão na mídia.

Diferente do programa, no qual os CSIs sempre investigam a casa da vítima, os peritos curitibanos só fazem isso se a casa é a cena do crime. Caso contrário, é trabalho dos investigadores. E ao fazer a perícia na residência, os criminalistas acendem as luzes, algo que aparentemente não passou pela cabeça de Grisson ou Catherine .

O líder do grupo de CSIs é conhecido por seu trabalho como entomólogo. Isso significa que ele estuda os vermes e insetos que estão perto do corpo para saber, principalmente, a hora da morte da vítima. Os peritos curitibanos usam a mesma técnica. Todos possuem alguns tipos de termômetros, mas não há nada melhor e mais confiável que a natureza em si.

De fato as câmeras de vídeo são usadas nas investigações. Em Curitiba não há tantas câmeras espalhadas pela cidade como em Las Vegas, mas ainda assim elas ajudam. E por incrível que pareça, a imagem pode sim ser aumentada várias vezes, até se adquirir uma placa ou algo que identifique um suspeito.

Outra coisa que não acontece na realidade é o fato dos cinco CSIs sempre estarem trabalhando juntos, embora peguem casos separados. No Instituto há certo número de pessoas trabalhando em cada área e são principalmente essas pessoas que vão estar juntas diariamente, fazendo a maioria do trabalho individualmente.

Balística

Essa é uma área em que são usadas as mesmas técnicas de análise de projéteis em praticamente todos os lugares. Para ligar um projétil a certa arma, é preciso observar dois tipos de características da bala: a de grupo e a individual.
Nas características de grupo o que se observa é o calibre do projétil, que é medido por seu diâmetro (um diâmetro de 9mm significa um calibre de 9mm). Isso reduz a busca, pois após descobrir o calibre, sabe-se que marca ou marcas são suspeitas.

Depois de apreender uma arma suspeita, é preciso observar as características individuais da bala. Quando a arma dispara um projétil, ele passa pelo barril da arma, criando estrias específicas. O perito irá disparar a bala da arma suspeita em um tanque de água para que possa comparar as duas balas (a da arma suspeita e a recolhida na cena do crime ou do corpo da vítima) em um microscópio comparador. As estrias de um projétil são únicas, como impressões digitais. Se ambas as estrias forem iguais, a arma é a mesma.

A única diferença na área da balística de CSI é que eles possuem alguns lasers que são usados na cena do crime para calcular o ângulo e a trajetória da bala. Também possuem pequenas varetas que são colocadas no corpo da vítima para o mesmo propósito.

AFIS/CODIS

Nos Estados Unidos há um grande banco de dados contendo impressões digitais e DNA de várias pessoas. O sistema digital AFIS contém as impressões digitais de empregados de grandes empresas até criminosos condenados. O CODIS segue o mesmo padrão, mas no lugar de impressões digitais, é o DNA da pessoa. Esse banco possui menos pessoas, sendo que a maioria é criminosa.

O Brasil ainda não possui um banco de dados como os EUA, mas um programa semelhante já foi iniciado. Até que seja mais desenvolvido, a única maneira de comparar uma impressão digital ou DNA achado na cena do crime é se houver um suspeito.

DNA

Na maioria dos casos, os CSIs encontram manchas de sangue, cabelo (com o bulbo) ou qualquer outra evidência que possua DNA. Eles recebem o resultado em menos de um dia e, se não obtiverem nenhum resultado no CODIS, no final é sempre achada a pessoa que pertence tal seqüência genética.

O resultado de DNA nunca é obtido em menos de dois dias. Um teste de paternidade demora em torno de três dias, enquanto a análise feita a partir de uma amostra óssea pode levar meses.

Outro fato é que nem sempre é achado DNA na cena e em alguns casos, ele não é fundamental para a resolução. No entanto, o procedimento mostrado é acurado.

A primeira coisa a se fazer é extrair o DNA da célula, usando uma solução de lise. A solução quebra a célula e o núcleo, liberando o DNA. Em seguida, o DNA é colocado em uma máquina chamada de PCR, a qual irá copiar os marcadores milhões de vezes (a porcentagem que diferencia um ser humano do outro é de 0,01%. Marcadores são utilizados para destacar partes do DNA características daquela pessoa). Uma vez amplificados, os marcadores precisam ser ordenados por tamanho em um analisador genético. O DNA irá percorrer um pequeno tubo – quanto menor o marcador, mais rápido ele chega ao final do circuito. Um laser detecta quando cada marcador sai do tubo e transfere essa informação para o computador, que produz um gráfico com os picos de cada marcador. Cada amostra de DNA utiliza 13 marcadores, no Brasil usam-se 15.

Impressões Digitais

Assim como na balística, não há segredo sobre a papiloscopia. Os CSIs passam um pó sob superfícies suspeitas e, se houver uma impressão, eles a retiram. A diferença cai sobre o material utilizado para colher a impressão. No programa, há um tipo de papel adesivo específico para colher a impressão, em Curitiba é usado durex mesmo.
A impressão recolhida no seriado passa pelo scanner e é jogada no programa AFIS para ver se há alguma combinação. Os peritos curitibanos fotografam a impressão usando um microscópio e usam a técnica manual para fazer a análise (a qual só pode ser feita se houver uma impressão digital de um suspeito para comparar).

Química

Nessa área, os peritos curitibanos analisam na maioria das vezes drogas, mas não deixam de analisar sangue e sêmen.
Para ponderar a quantidade de álcool em algum líquido, os peritos de Las Vegas e de Curitiba utilizam a mesma máquina. O sistema consiste em evaporar o álcool do líquido e analisá-lo.

Quanto às drogas, o seriado mostra que primeiro é feito um teste chamado Elisa para saber se há vestígios de drogas na amostra. Esse teste somente mostra a classe de uma droga, como anfetaminas e barbituratos. Para saber qual é a droga em si, a amostra deve passar por uma máquina chamada GC/MS. Em Curitiba, os peritos usam a mesma técnica, mas pulam a etapa do teste de Elisa e colocam a amostra direto na GC/MS.

Vale lembrar também que são os químicos quem passam luminol na área se necessário. Os peritos que vão até a cena do crime não carregam esse produto.

Retrato Falado

Quando uma vítima sobrevive a algum tipo de crime, o perito prosopográfico é chamado. No programa, o profissional faz o retrato falado digitalmente. Na realidade, a técnica digital está sendo abandonada, mesmo nos Estados Unidos. Quando o desenho é feito manualmente, ele corresponde mais ao suspeito.

Outra técnica mostrada de vez em quando na série é a reconstituição facial feita em cima do próprio crânio da vítima. Não é feito mais isso porque atualmente existem programas de computador que fazem essa reconstituição digitalmente.

Repercussão

Alguns estudiosos americanos acreditam que exista um “efeito CSI”. Alguns jurados assistem ao programa e acham que tudo aquilo é verdade e na hora do julgamento, eles exigem níveis de provas físicas nada razoáveis. Eles querem que todos os casos possuam impressões digitais e DNA, mas não é assim que funciona. Há um caso na cidade de Baltimore (EUA) em que o júri absolveu um homem na acusação de assassinato por falta de provas físicas. Os advogados culparam o “efeito CSI” pela não convicção do acusado.

Embora haja um descontentamento de alguns profissionais quanto a esse suposto efeito, nada nunca foi provado. Aliás, já foi comprovado que houve um aumento na procura por cursos forenses tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. Já foram inseridas matérias específicas sobre a criminalística em algumas faculdades brasileiras. E se há uma maior procura por cursos, significa mais profissionais na área, o que nunca é demais.

Ninguém pode discordar que CSI é um programa de sucesso. Não faz mal algum gostar da série, só não pode levar tudo que aparece na tela ao pé da letra.


Quintas de Baunilha

23/01/2010

Atenção: Spoilers Abaixo

Fringe – 2×13: What Lies Below

Semana passada lidamos com mutantes; essa com um vírus. Sempre gostei de filmes em que o protagonista fica preso em um prédio junto com infectados, por isso adorei o episódio. Embora não tivessemos pessoas se transformando em zumbis, ao estilo Resident Evil ou Rec, tivemos afetados fazendo de tudo para sair daquele espaço confinado, mesmo se isso significasse se jogar pela janela. O episódio não seria completo se  Olivia ou Peter ficassem infectados pelo vírus. O sortudo foi Peter, que levou Walter a fazer qualquer coisa para evitar que seu filho morresse novamente. Tivemos sentimentalismo por parte de todos os personagens, e vimos que a ligação de Astrid e Walter cresceu bastante. No entanto, não importa qual seja a ligação que alguém tenha com Walter, existem segredos que ele não está disposto a dividir.

Grey’s Anatomy – 6×12: I Like You So Much Better When You’re Naked

Amor ou cirurgia? Eis a questão. Quanto à Christina não há dúvida: o escolhido sempre será o bisturi e, na minha opinião, ela não irá mudar. Se ele quiser uma companheira amorosa é mais fácil ficar com Teddy – essa com certeza faria tudo por ele. Em notícias relacionadas, Izzy voltou! Mas só para encher o saco. Essa história está muito chata; se Katherine Heigl  vai sair do programa é indiferente, contanto que haja um fechamento desse arco. McDreamy virou McAss e talvez se torne McChief. Tanto Derek como Meredith eram pessoas de interesse na história do Chefe; Derek ganharia com a sua saída e Meredith com a sua permanência. No entanto, uma decisão foi tomada e acho que foi a escolha certa no contexto errado; ambos queriam o melhor para sua carreira. Sempre gostei do Mark, mas no final desse episódio ele me irritou. Como assim ele tinha uma desculpa pra trair Lexie e ela não? Ela também estva passando por dificuldades. A coitada mal se mudou para casa do namorado e já virou mãe e avó? Ele não pode culpá-la. Mas a melhor cena desse episódio ficou com Callie Torres e sua temporária insanidade mental devido à catapora. A coceira pode levar uma pessoa à loucura…

CSI – 10×12: Long Ball

Diferente da maioria dos episódios, toda a equipe é envolvida em um só caso: um homem achado morto em um campo de golf. Como eu não entendo nada de golf, fiquei boiando em vários termos e algumas piadas, mas mesmo assim gostei do episódio. Principalmente devido a participação de Jason Dohring (Logan Echolls, de Veronica Mars) e pelos inúmeros trocadilhos envolvendo “balls”. Depois de muita investigação, os CSIs se depararam em um beco sem saída: todos os suspeitos tinham motivo para cometer o assassinato, porém todos tinham álibis; possuiam a arma do crime, mas a única impressão digital era da vítima, e (depois de muito suor da parte de Hodges) a cena primária do crime foi descoberta, mas não havia nada que a ligasse a um dos suspeitos. Graças ao conhecimento do sábio Ray “Morpheus” Langston sobre lendas urbanas do golf , foi determinado que o homicídio não passou de uma improbabilidade do destino. E fica a pergunta: alguém mais ficou com vontade de dirigir um carrinho de golf?


CSI – 10×04: Coup de Grace / CSI: NY – 6×04: Dead Reckoning

19/01/2010

CSI

Enquanto os serials killers das temporadas não aparecem, um vilão parece ser inexistente, enquanto o outro está em vários lugares.

Atenção: Spoilers Abaixo

CSI

Começando em estilo Cold Case, Scott Johnson é morto pelo policial Finn na frente de uma lanchonete. Enquanto Finn dizia que seus tiros foram legítimos, as testemunhas argumentavam que seu ato não passava de assassinato.

Para a surpresa de todos, descobre-se que Johnson era um policial. Agora os CSIs devem determinar se houve “Coup de Grace” (tiro de misericórdia), uma vez que Finn foi visto ao lado da vítima caída quando o terceiro tiro foi dado.

Todas as evidências estavam corrobando a história das testemunhas sobre o suposto assassinato: a posição dos cartuchos, o trajeto das balas, o fato de que os dois já haviam trabalhado juntos e que Scott denunciou Finn por discriminação, e a gravação sonora da viatura, revelando o tempo entre os tiros e a voz de Finn insultando Johnson por ser negro. O assassinato é então transformado em um potencial crime racial.

Enquanto a equipe investiga o caso, Sara averigua a morte de um garoto executado. De acordo com o sangue encontrado no local, a pessoa que o matou estava ferida.

Quando Nick percebe um padrão de um número no celular de Scott, ele faz uma ligação, a qual é recebida pelo celular do John Doe de Sara (adoro quando acontece isso). Scott foi até a lanchonete se encontrar com Anthony, e atirou no rapaz que queria matar o garoto.

Após a análise das evidências nas balas, os CSIs percebem que o suposto tiro fatal fora o primeiro a ser dado, a bala que se encontrava em baixo do corpo da vítima havia atravessado sua perna e que o cartucho em que se baseava o assassinato foi movido acidentalmente por uma criança que estava na cena do crime.

Foi comprovado que Finn não matou intencionalmente Scott, mas mesmo assim ele ainda teria que passar por investigações burocráticas, e sua suspensão foi eminente. Depois de acabar se encontrando com o pai de Johnson e ser julgado pelo olhar do mesmo, Finn comete suicídio.

A única coisa que não estava bem explicada era como Finn não reconheceu Johnson, o que foi explicado após a sua autópsia. Ele possuía retinite pigmentar, tornando o diâmetro da sua visão do tamanho de um pequeno canudo.

O assassino de Anthony também foi capturado, completando a seqüência dos tiros. Finn atirou em Scott (pensando que ele era um criminoso), que atirou no garoto que tentava matar Anthony. Enquanto no episódio anterior o vilão foi mostrado logo no início, esse episódio termina sem que saibamos ao certo quem era o malvado da trama.

P.S.: A Tess Mercer de Smallville resolveu dar um pulo em Las Vegas e fazer um bico como policial.

CSI: NY

CSINY

Um homem é morto. Sua esposa confessa o assassinato, pois ela descobre que ele estava tendo um affair. O caso está praticamente resolvido, só há um problema: de acordo com os exames de DNA ela está mentindo.

O DNA de uma mulher misteriosa é encontrado no cabo da faca usada no assassinato e na mordida em um dos pãozinhos servidos. Depois de analisar o conteúdo do estômago de Kevin (em uma autópsia um tanto quanto nojenta), descobre-se o pedaço de pão, deixando a dúvida: se metade do pão está no estômago de Kevin, como a outra metade possui o DNA de outra mulher?

Haylen analisa as fotos da cena do crime e percebe que o jantar nunca foi servido, mesmo assim, o estômago de Kevin estava cheio com a mesma comida.

Para complicar ainda mais o caso, Hawkes descobre que o DNA da mulher misteriosa está presente em outros 21 casos, espalhados em três estados e envolvendo roubo, assalto e homicídio. Stella e Don começam a interrogar moradores do prédio visinho, pois Linsay e Danny encontraram resíduos nas meias e sapatos de Kevin que condiziam com um novo carpete colocado em dois andares daquele prédio. Após muitas portas e homens de cueca, os dois acham a amante de Kevin, ou melhor, sua esposa. Sim, Kevin não acreditava muito em monogamia, e era casado com duas mulheres no mesmo condomínio.

Zoya, no entanto, era apenas uma vítima de traição, uma vez que seu DNA não batia com o da mulher misteriosa.

A equipe teve que trabalhar intensamente para descobrir quais outros componentes forenses se encontravam em mais de uma cena do crime, e Linsay consegue achar outra ligação. Em três cenas, havia um pacote da World Send com vestígios de cocaína dentro. As três entregues pela mesma funcionária: Marcia Vasquez.

Vasquez já estava sendo considerada a assassina fantasma, mas quando Haylen cruza os dados da World Send com os registros do CODIS, há uma anormalidade, sugerindo que Marcia estivesse em dois lugares ao mesmo tempo.

Como nós estamos tratando de CSI e não de Fringe, era impossível que Marcia tivesse matado uma pessoa enquanto fazia uma entrega na casa de outra. Não demora muito para Mac assimilar a situação e pensar em uma solução.

Marcia era responsável pela morte de três traficantes e, quanto aos outros 18 casos, os cotonetes usados na investigação haviam sido contaminados. A empresa White Tip Cotton fechou um contrato para fornecer cotonetes de colheita de provas para várias jurisdições, e uma funcionária não usava luvas, passando seu DNA para o algodão, que acabou nas cenas dos crimes.

Um homem casado com duas esposas, uma mulher que matava traficantes por dinheiro, e uma funcionária negligente. Três casos separados que deram uma boa dor de cabeça para os detetives de NY. Uma trama muito bem pensada.


CSI: NY – 6×03: Lat 40º 47’N/Long 73º 58’ W / CSI – 10×03: Working Stiffs

19/01/2010

csiny

Com flashbacks e uma estrutura diferenciada, ambos CSIs iniciam da mesma maneira: com o assassino revelado.

Atenção: Spoilers Abaixo

CSI: NY

O episódio começa como qualquer outro; com a possível vítima. Tudo leva a crer que a problemática personagem de Skeet Ulrich (Jericho) está prestes a cometer suicídio, mas quando a pessoa encontrada enforcada não se parece nada com o ex-Jake Green, um suicídio vira homicídio, e a identidade do culpado fica clara.

Dario Gonzales era um porteiro, e foi encontrado com um falso bilhete de suicídio, dizendo que não deveria ter tentado conseguir dinheiro rápido. A equipe de Mac Taylor descarta a possibilidade de suicídio quando a esposa de Dario diz que falou com ele naquela mesma manhã, mas a lividez do corpo sugeria que ele estaria morto há muito mais tempo. A partir de então, temos uma mistura de flashes focados em Skeet e a investigação dos detetives de NY.

Enquanto os CSIs de Las Vegas possuem seu Dr. Jeckyll como provável assassino da temporada, os detetives da Big Apple acabam de conhecer o seu: O assassino da bússola.

Dario foi encontrado no Sul de NY, com uma bússola em seu bolso apontando para a mesma direção. Mac recebe outra bússola por correio, dessa vez apontando para o norte. Após analisar evidências dessa nova bússola, a equipe encontra a segunda vítima do assassino: Carole Hillcroft, membro da associação de jardinagem. Ela foi encontrada morta do mesmo jeito de Dario, estrangulada, enforcada e com um bilhete.

O interessante do nosso novo assassino é que, os flashes parecem ser do passado, mas de fato são do presente. E não é só a impressão dos flashes que nos levam 50 anos atrás, mas também vestígios de grama sintética achada na corda ao redor do pescoço de Dario, de 1963, a logomarca de uma empresa achada no papel do bilhete, de 1964, a estação de rádio com que Skeet acorda, de 1964 e até o visual da mulher que aparece com ele (a qual até poderia ser uma ilusão do homem).

O assassino da bússola parece ser uma personagem interessante. Ele provavelmente está cometendo tais crimes como uma forma de vingança; uma forma própria de justiça aos culpados pela morte de alguém próximo dele. Os flashes sempre mostram o retrato de uma criança, talvez seu filho?

Ao decorrer do caso, Danny continua a luta contra sua condição, tentando voltar a andar para poder correr no parque com sua filha. Don ainda está apegado a Jess, e aparentemente irá demorar certo tempo para ele se recuperar. E Haylen Becall consegue se juntar a equipe, o que deixa Adam desconfortável.

Terminando com uma bússola sem apontar para um lugar específico, fica a promessa de um ótimo inimigo para os próximos episódios.

CSI

csi

Assim como em CSI: NY, a trama do episódio se desenvolve diferentemente, uma vez que a identidade do assassino é revelada antes da abertura da série.

Embora o telespectador já saiba quem é o culpado, os CSIs da cidade do pecado ainda precisam seguir as evidências para fechar o caso.

Novamente na mistura de flashbacks com a história de Paulie (assassino) e Jason (vítima) e o presente dos CSIs e de Paulie, vemos que Jason descobriu sobre um plano de Paulie para se vingar da sua empresa e de todos que trabalhavam lá. Catherine e equipe chegam a pensar que eles estariam tramando um ato terrorista, devido a vestígios de explosivos achados. No entanto, ao analisar pedaços de metais achados na cena do crime e guiado pela experiência de Catherine, Langston chega à conclusão que o ato não tem a ver com terrorismo, mas o roubo de um cofre.

Ao som de “Under Pressure”, o episódio termina com Paulie explodindo o cofre da empresa. A cena em que Paulie consegue roubar algum dinheiro e fugir da polícia não passa de uma ilusão de um homem à beira da morte, esmagado pela porta do cofre.

Até que foi um bom episódio, mas a medida de longo prazo, só serviu para mostrar mais um pouco da história de Langston. Ele analisa o resultado da amostra de sangue de seu pai (que ele colheu da medalha) e percebe uma disfunção de uma enzima chamada “Monoamine Oxidase A”, que pode ser responsável por comportamentos violentos. Ray fica claramente incomodado por isso, principalmente porque ele admitiu ter paviu curto. Terá Ray medo de virar um homem violento como seu pai?

PS.: Quem viu o Newman de Seinfeld fazendo papel de chefe inconveniente?