Promos de TBBT e HIMYM

01/03/2010

The Big Bang Theory e How I Met Your Mother voltam hoje com episódios inéditos na programação americana. Confira os trailers:

The Big Bang Theory – 3×16: The Excelsior Acquisition

Participação super (em todos os sentidos) especial de Stan Lee.

How I Met Your Mother – 5×16: Hooked

Com a cantora Carrie Underwood como convidada.


Segundas de Amendoim

11/02/2010

Atenção: Spoilers Abaixo

House – 6×13: 5 to 9

Adoro quando são feitos episódios mostrando um segundo ponto de vista da trama original. Não pensei que apenas a rotina de Cuddy poderia preencher os quarenta e poucos minutos do episódio sem ficar cansativo, mas seu ritmo frenético torna isso possível (me lembrou o piloto de ER). O divertido foi vê-la tendo que lidar com vários assuntos, entre eles uma farmacêutica ladra sociopata e uma ambiciosa companhia de seguro, e ainda tendo as normais interrupções de House e sua equipe. E por falar em House, ele pode ser o motivo de muitos problemas na vida hospitalar de Cuddy, mas também oferece conforto – de um jeito um tanto estranho. Que Lisa iria perder o emprego ninguém acreditou, mas fiquei tensa durante toda a negociação com a Atlanticnet. É aquela coisa, você sabe o que vai acontecer, mas continua preocupado. Depois de ser chamada de bitch várias vezes, andar por todo o hospital, se preocupar com a filha, armar para a sociopata e conseguir seus 12%, Cuddy tem mais que gritar. Ótimo episódio.

The Big Bang Theory – 3×15: The Large Hadron Collision

No campo esquerdo, com um PhD e um QI de 187, Sheeeeldon Cooooper. No campo direito, vinda de Nebraska e atualmente trabalhando no Cheesecake Factory, Peeeenny. Façam suas apostas senhoras e senhores, pois o prêmio para essa disputa é uma viajem à Suiça. Nunca vimos Sheldon suplicar tanto para obter alguma coisas – desde o uso argumentos lógicos e racionais até uma tentativa de mostrar afeto, com suco, café e panquecas no formato de Frodo. Infelizmente para Sheldon, ele estava combatendo um inimigo invencível, e sem se importar com qualquer contrato ou apresentação de power point, Leonard estava decidido a levar Penny para esquiar no Valentine’s Day. Nesse episódio descobrimos mais um fato sobre a garota: ela não lê Dan Brown. Qualquer um que já tenha lido (ou assistido) Anjos e Demônios saberia o que é o CERN. Até eu ficaria curiosa para conhecer o acelerador de partículas…e para esquiar também. No entanto, a natureza é cruel (ou sábia) e ambos ficaram doentes demais para fazer a viajem. Ruim para Penny, Sheldon e Leonard. Bom para Koothrappali. FYI, eu definitivamente consideraria Rupert Murdoch o traidor número 1. Firefly era tão legal…

How I Met Your Mother – 5×15: Rabbit or Duck

O Valentine’s Day continua em HIMYM, assim como o Super Bowl. Achei criativa a nova maneira de Barney se auto-promover (CBS), mas isso criou um mal que ninguém poderia ter previsto. Um mal capaz de atravessar o tempo e destruir vidas. Um mal que deveria ser destruído. Nossos heróis foram Lily e Marshall que, sem pensar duas vezes, destruíram o anel celular. Só faltou o Barney falar “My precious”. Quanto ao debate do coelho ou pato, fico do lado de Marshall. Coelhos são fofinhos e patos mordem sua mão (memórias do passado), então o coelho deveria ser o bom. Se eu estivesse no MacLaren’s, Marshall teria ganhado a discussão. Ted resolveu dar um salto de fé e ter um casamento arranjado, o que obviamente não funcionou (se não fosse o celular teria dado certo). Robin ficou um pouco menos chata, mas ainda dá pra melhorar bastante. E o legado das técnicas do Barney continuam internet a fora.


Segundas de Amendoim

05/02/2010

Atenção: Spoilers Abaixo

The Big Bang Theory 3×14: The Einstein Approximation

O que acontece quando aquele que possui respostas para tudo se depara com uma questão aparentemente sem solução?  Simples, ele enlouquece. Sheldon tenta de tudo para conseguir sua resposta; desde ver seu trabalho como uma imagem periférica transitória até trabalhar no Cheesecake Factory, passando por uma visualização dos átomos de carbono dentro de uma piscina de bolinhas. Nesse episódio, Sheldon chegou a um novo nível de bizarro– ótimo para quem estava assistindo, mas suponho que Penny e Leonard não tenham se divertido muito. Fiquei meio desapontada porque achei que teríamos mais cenas envolvendo Penny e Sheldon no Cheesecake Factory, mas as poucas que apareceram foram boas. Leonard, Howard e Rajesh podem dançar o quanto quiserem sobre patins, mas esse episódio pertenceu ao grande Sheldon. E fica o pensamento do dia: quero uma piscina de bolinhas…Bazinga!

House – 6×12: Moving the Chains

Primeiro tivemos uma paciente psicopata, agora vimos um gigante – em todos os sentidos (sério, fiquei com medo). Enquanto a equipe tentava descobrir o que tinha de errado com o jogador de futebol americano, Foreman teve que lidar com seu irmão recém saído da prisão, e empregado por House. Essa trama ficou como o fator emocional do episódio, o que seria uma ótima idéia, se Eric não fosse tão chato. Adoro quando as ações de House se revelam benéficas, mas quando isso acontece com Eric, quando ele entra em contato com o lado sentimental, pra mim não funciona. O diagnóstico do caso resultou em câncer de pele, o que foi razoavelmente legal. Mas acho que o melhor da história ficou com as brincadeiras feitas a Wilson e Greg. Wilson achou um gambá na banheira, House caiu na banheira, e ambos perderam a televisão. Quem estava aprontando com os companheiros de quarto era Lucas, que ainda se sente ameaçado pelo sarcástico médico. E na minha opinião, realmente deveria.

How I Met Your Mother – 5×14: The Perfect Week

Não tive cãimbras na bochecha de tanto dar risada nesse episódio, mas foi engraçadinho. Eu adoro o casal Lilly/Marshall, mesmo nas suas esquizitices. Mas tenho que admitir que eles se superaram quanto a escova de dente (que aliás, foi extendida para Robin e Ted…). Barney, que mal apareceu no episódio passado, resolveu lidar com sua situação “quase demitido” tentando fechar o jogo perfeito, a semana perfeita. Embora essa tenha sido a trama principal do episódio, não achei grande coisa. Apenas Barney agindo como Barney – e conseguindo completar sua missão com a ajuda de seus amigos. Agora, o que realmente me deixa triste é a personagem de Cobie Smulders. Durante todas as temporadas, Robin foi minha favorita. Mas atualmente ela está meio desaparecia e, me atrevo a dizer, um pouco chatinha. Não, não tive cãimbras na bochecha de tanto dar risada, mas aprendi a checar se aquele nome aparentemente falso realmente é falso antes de fazer piadas sobre ele. Tadinha da japinha…


Séries para Leigos: Joss Whedon e a Dollhouse

21/01/2010

Antes que cientistas japoneses pensassem em criar o sangue sintético, e que Sookie, Bill e companhia tomassem conta do mundo vampiresco, Joss Whedon já havia feito sua fama com Buffy – A caça vampiros e Angel.

Parte do sucesso de suas criações se dá pela filosofia por trás de cada série. Buffy não era apenas uma garota loira que caçava vampiros, mas uma adolescente feminista que combatia analogias de um mundo real. Assim como Angel não era apenas um vampiro renegado matando sua própria raça, mas uma metáfora ambulante de redenção que andava na fina linha da ambigüidade moral e ética. Os tripulantes de Firefly também não ficam de fora, mostrando a vida de pessoas que estão do lado perdedor de uma guerra civil.

Depois de cinco anos afastado da televisão, Whedon junta novamente sua criatividade e filosofia e estréia a série Dollhouse. Agora a pergunta é: “E se houvesse uma tecnologia capaz de apagar apersonalidade de uma pessoa e trocá-la por outra?” No novo mundo de Whedon existe. A trama gira em torno da ativa Echo (ativos são pessoas que tem suas personalidades apagadas e são “reimprimidos” com novas personalidades para realizarem as mais diferentes missões), que conforme os episódios vão passando, é provado que há muito mais por trás daquela aparente boneca vazia.

Na série da caça-vampiros, existia o chamado “monstro da semana”. Isso envolvia um novo demônio a cada episódio, enquanto uma trama maior era desenvolvida em segundo plano. Em Dollhouse acontece a mesma coisa. A cada episódio, Echo recebe uma nova personalidade e missão, sempre desenvolvendo um arco maior no pano de fundo.

Joss Whedon adora o tema de ambigüidade e Dollhouse explora bastante esse assunto, debatendo sempre se é correto ou não dar às pessoas o que elas precisam usando os ativos.

Talvez por ser filho de dois grandes roteiristas se sitcoms, o criador da série sempre acha um jeito de colocar humor dentro da história, seja por personagens naturalmente mais cômicos ou por situações impostas.

Entre todas as similaridades com as séries passadas, a maior delas é a protagonista de Dollhouse: Eliza Dushku. Os fãs mais antigos de Whedon a conhecem como a caça vampiros Faith, quefez parte de Buffy a partir da terceira temporada da série (e participações especiais em Angel). Mas Dushku não é o único nome conhecido. Amy Acker (Fred, de Angel) faz parte do elenco secundário, Felicia Day (Vi, da última temporada de Buffy) participa do último episódio do seriado e Summer Glau (River Tam, de Firefly) que irá fazer uma participação na segunda temporada.

Quando Buffy estreiou, ela teve apenas 12 episódios, e Dollhouse não fica longe disso. A nova série possui uma primeira temporada de 13 episódios, com um final de temporada fantástico, lembrando o universo de Firefly.