Promo CSI: 10×14: Unshockable

26/02/2010

CSI retorna dia 4 de março, com a banda pop/country Rascal Flatts como convidada especial.


Quintas de Baunilha

10/02/2010

Atenção: Spoilers Abaixo

Grey’s Anatomy – 6×13: State of Love and Trust

Não achei que iria acontecer, mas McDreamy realmente virou McChief, e acabou por narrar a trama da semana. Não foi dos melhores episódios, mas decisões importantes foram tomadas. Falando de amor e confiança, Mark continua bravo com Lexie, o que eu e a Callie achamos injusto de sua parte. O ex-Chief engoliu o orgulho e tomou a decisão correta, e agora irá para rehab. Karev, que já tinha um passado com obstetrícia, pode afirmar que a pediatria, assim como as outras alas, também é hard core. Derek teve que lidar com um possível processo, no mesmo caso que Bailey acidentalmente traiu a confiança de sua paciente. Nada melhor do que acordar no meio de uma cirurgia com uma médica mexendo no seu intestino como se fosse um prato de macarrão, certo? E por final, mas definitivamente não menos importante, temos Christina e Hunt. Ellen Pompeo pode ser a protagonista da série, mas quem está dando um show atualmente é Sandra Oh. Owen pode não entender Christina direito, mas eu acho que ela está certa. Yang já se perdeu uma vez com um relacionamento que acabou mal e, para que a relação Huntina dê certo, ela tem que colocar um limite mesmo. Com um pouco de sorte e colaboração de todas as partes, talvez Owen, Christina e Teddy possam existir no mesmo espaço.

Fringe – 2×15: Jacksonville

Deturpadamente magnífico. Sem dúvidas, esse episódio foi o melhor das duas temporadas. Depois de alguns episódios sem grandes revelações da mitologia básica da série, Fringe chega essa semana com força total – rasgando realidades paralelas e sobrepondo prédios e pessoas. O universo precisa de equilíbrio, Walter precisa ir para Jacksonville e os fãs precisam de mistério e ação. Eu estava com saudades de ver Olivia se envolvendo nas experiências bizzaras de Walter e, dessa vez, o experimento lhe rendeu um poder adormecido. Depois de ser transportada até uma floresta (eu jurava que ela estava na ilha de Lost quando abriu os olhos…) e ter um encontro com si mesma, a agente Dunhan agora vai além dos limites da percepção e pode identificar objetos (e pessoas) que pertencem à realidade alternativa. Não só ela pode salvar várias pessoas de ter um final terrível, como descobriu um segredo que Walter não quer que seja revelado. Só quero ver como ficará a relação da protagonista com os Bishops, uma vez que Olivia deu uma olhada no dark side de Walter e agora sabe que Peter não é de “Kansas”.

CSI – 10×13: Internal Combustion

Las Vegas é considerada a cidade do prazer, por isso muitos podem não levar a sério um homicídio. E é por isso que nossos CSIs possuem um trabalho tão importante. O que começou com um rapaz desmaiando e morrendo na escola não passou de um infortúnio da Síndrome de Chiari, mas levou os investigadores a encontrar o homicidio principal da trama. Um bom episódio não pode deixar de ter uma gangue, carros velozes, amor jovem e um homem com um grande ego. Infelizmente para Cindy, isso resultou na garota sendo atropelada e arremessada como uma bola de futebol americano. No entanto, graças aos esforços da turma do graveyard shift, o mistério foi resolvido e o culpado foi pego. Esse foi um bom episódio independente, mas estou curiosa para saber o que a continuação do arco do Dr. Jekyll aguarda. Langston não apareceu muito na história, dando mais lugar a Catherine e Nick. Adoro ver os dois trabalhando juntos, talvez pela nostalgia das primeiras temporadas. Ambos apostando uma corrida no final foi um fechamento perfeito para o episódio.


Quintas de Baunilha

23/01/2010

Atenção: Spoilers Abaixo

Fringe – 2×13: What Lies Below

Semana passada lidamos com mutantes; essa com um vírus. Sempre gostei de filmes em que o protagonista fica preso em um prédio junto com infectados, por isso adorei o episódio. Embora não tivessemos pessoas se transformando em zumbis, ao estilo Resident Evil ou Rec, tivemos afetados fazendo de tudo para sair daquele espaço confinado, mesmo se isso significasse se jogar pela janela. O episódio não seria completo se  Olivia ou Peter ficassem infectados pelo vírus. O sortudo foi Peter, que levou Walter a fazer qualquer coisa para evitar que seu filho morresse novamente. Tivemos sentimentalismo por parte de todos os personagens, e vimos que a ligação de Astrid e Walter cresceu bastante. No entanto, não importa qual seja a ligação que alguém tenha com Walter, existem segredos que ele não está disposto a dividir.

Grey’s Anatomy – 6×12: I Like You So Much Better When You’re Naked

Amor ou cirurgia? Eis a questão. Quanto à Christina não há dúvida: o escolhido sempre será o bisturi e, na minha opinião, ela não irá mudar. Se ele quiser uma companheira amorosa é mais fácil ficar com Teddy – essa com certeza faria tudo por ele. Em notícias relacionadas, Izzy voltou! Mas só para encher o saco. Essa história está muito chata; se Katherine Heigl  vai sair do programa é indiferente, contanto que haja um fechamento desse arco. McDreamy virou McAss e talvez se torne McChief. Tanto Derek como Meredith eram pessoas de interesse na história do Chefe; Derek ganharia com a sua saída e Meredith com a sua permanência. No entanto, uma decisão foi tomada e acho que foi a escolha certa no contexto errado; ambos queriam o melhor para sua carreira. Sempre gostei do Mark, mas no final desse episódio ele me irritou. Como assim ele tinha uma desculpa pra trair Lexie e ela não? Ela também estva passando por dificuldades. A coitada mal se mudou para casa do namorado e já virou mãe e avó? Ele não pode culpá-la. Mas a melhor cena desse episódio ficou com Callie Torres e sua temporária insanidade mental devido à catapora. A coceira pode levar uma pessoa à loucura…

CSI – 10×12: Long Ball

Diferente da maioria dos episódios, toda a equipe é envolvida em um só caso: um homem achado morto em um campo de golf. Como eu não entendo nada de golf, fiquei boiando em vários termos e algumas piadas, mas mesmo assim gostei do episódio. Principalmente devido a participação de Jason Dohring (Logan Echolls, de Veronica Mars) e pelos inúmeros trocadilhos envolvendo “balls”. Depois de muita investigação, os CSIs se depararam em um beco sem saída: todos os suspeitos tinham motivo para cometer o assassinato, porém todos tinham álibis; possuiam a arma do crime, mas a única impressão digital era da vítima, e (depois de muito suor da parte de Hodges) a cena primária do crime foi descoberta, mas não havia nada que a ligasse a um dos suspeitos. Graças ao conhecimento do sábio Ray “Morpheus” Langston sobre lendas urbanas do golf , foi determinado que o homicídio não passou de uma improbabilidade do destino. E fica a pergunta: alguém mais ficou com vontade de dirigir um carrinho de golf?


CSI – 10×04: Coup de Grace / CSI: NY – 6×04: Dead Reckoning

19/01/2010

CSI

Enquanto os serials killers das temporadas não aparecem, um vilão parece ser inexistente, enquanto o outro está em vários lugares.

Atenção: Spoilers Abaixo

CSI

Começando em estilo Cold Case, Scott Johnson é morto pelo policial Finn na frente de uma lanchonete. Enquanto Finn dizia que seus tiros foram legítimos, as testemunhas argumentavam que seu ato não passava de assassinato.

Para a surpresa de todos, descobre-se que Johnson era um policial. Agora os CSIs devem determinar se houve “Coup de Grace” (tiro de misericórdia), uma vez que Finn foi visto ao lado da vítima caída quando o terceiro tiro foi dado.

Todas as evidências estavam corrobando a história das testemunhas sobre o suposto assassinato: a posição dos cartuchos, o trajeto das balas, o fato de que os dois já haviam trabalhado juntos e que Scott denunciou Finn por discriminação, e a gravação sonora da viatura, revelando o tempo entre os tiros e a voz de Finn insultando Johnson por ser negro. O assassinato é então transformado em um potencial crime racial.

Enquanto a equipe investiga o caso, Sara averigua a morte de um garoto executado. De acordo com o sangue encontrado no local, a pessoa que o matou estava ferida.

Quando Nick percebe um padrão de um número no celular de Scott, ele faz uma ligação, a qual é recebida pelo celular do John Doe de Sara (adoro quando acontece isso). Scott foi até a lanchonete se encontrar com Anthony, e atirou no rapaz que queria matar o garoto.

Após a análise das evidências nas balas, os CSIs percebem que o suposto tiro fatal fora o primeiro a ser dado, a bala que se encontrava em baixo do corpo da vítima havia atravessado sua perna e que o cartucho em que se baseava o assassinato foi movido acidentalmente por uma criança que estava na cena do crime.

Foi comprovado que Finn não matou intencionalmente Scott, mas mesmo assim ele ainda teria que passar por investigações burocráticas, e sua suspensão foi eminente. Depois de acabar se encontrando com o pai de Johnson e ser julgado pelo olhar do mesmo, Finn comete suicídio.

A única coisa que não estava bem explicada era como Finn não reconheceu Johnson, o que foi explicado após a sua autópsia. Ele possuía retinite pigmentar, tornando o diâmetro da sua visão do tamanho de um pequeno canudo.

O assassino de Anthony também foi capturado, completando a seqüência dos tiros. Finn atirou em Scott (pensando que ele era um criminoso), que atirou no garoto que tentava matar Anthony. Enquanto no episódio anterior o vilão foi mostrado logo no início, esse episódio termina sem que saibamos ao certo quem era o malvado da trama.

P.S.: A Tess Mercer de Smallville resolveu dar um pulo em Las Vegas e fazer um bico como policial.

CSI: NY

CSINY

Um homem é morto. Sua esposa confessa o assassinato, pois ela descobre que ele estava tendo um affair. O caso está praticamente resolvido, só há um problema: de acordo com os exames de DNA ela está mentindo.

O DNA de uma mulher misteriosa é encontrado no cabo da faca usada no assassinato e na mordida em um dos pãozinhos servidos. Depois de analisar o conteúdo do estômago de Kevin (em uma autópsia um tanto quanto nojenta), descobre-se o pedaço de pão, deixando a dúvida: se metade do pão está no estômago de Kevin, como a outra metade possui o DNA de outra mulher?

Haylen analisa as fotos da cena do crime e percebe que o jantar nunca foi servido, mesmo assim, o estômago de Kevin estava cheio com a mesma comida.

Para complicar ainda mais o caso, Hawkes descobre que o DNA da mulher misteriosa está presente em outros 21 casos, espalhados em três estados e envolvendo roubo, assalto e homicídio. Stella e Don começam a interrogar moradores do prédio visinho, pois Linsay e Danny encontraram resíduos nas meias e sapatos de Kevin que condiziam com um novo carpete colocado em dois andares daquele prédio. Após muitas portas e homens de cueca, os dois acham a amante de Kevin, ou melhor, sua esposa. Sim, Kevin não acreditava muito em monogamia, e era casado com duas mulheres no mesmo condomínio.

Zoya, no entanto, era apenas uma vítima de traição, uma vez que seu DNA não batia com o da mulher misteriosa.

A equipe teve que trabalhar intensamente para descobrir quais outros componentes forenses se encontravam em mais de uma cena do crime, e Linsay consegue achar outra ligação. Em três cenas, havia um pacote da World Send com vestígios de cocaína dentro. As três entregues pela mesma funcionária: Marcia Vasquez.

Vasquez já estava sendo considerada a assassina fantasma, mas quando Haylen cruza os dados da World Send com os registros do CODIS, há uma anormalidade, sugerindo que Marcia estivesse em dois lugares ao mesmo tempo.

Como nós estamos tratando de CSI e não de Fringe, era impossível que Marcia tivesse matado uma pessoa enquanto fazia uma entrega na casa de outra. Não demora muito para Mac assimilar a situação e pensar em uma solução.

Marcia era responsável pela morte de três traficantes e, quanto aos outros 18 casos, os cotonetes usados na investigação haviam sido contaminados. A empresa White Tip Cotton fechou um contrato para fornecer cotonetes de colheita de provas para várias jurisdições, e uma funcionária não usava luvas, passando seu DNA para o algodão, que acabou nas cenas dos crimes.

Um homem casado com duas esposas, uma mulher que matava traficantes por dinheiro, e uma funcionária negligente. Três casos separados que deram uma boa dor de cabeça para os detetives de NY. Uma trama muito bem pensada.


CSI: NY – 6×03: Lat 40º 47’N/Long 73º 58’ W / CSI – 10×03: Working Stiffs

19/01/2010

csiny

Com flashbacks e uma estrutura diferenciada, ambos CSIs iniciam da mesma maneira: com o assassino revelado.

Atenção: Spoilers Abaixo

CSI: NY

O episódio começa como qualquer outro; com a possível vítima. Tudo leva a crer que a problemática personagem de Skeet Ulrich (Jericho) está prestes a cometer suicídio, mas quando a pessoa encontrada enforcada não se parece nada com o ex-Jake Green, um suicídio vira homicídio, e a identidade do culpado fica clara.

Dario Gonzales era um porteiro, e foi encontrado com um falso bilhete de suicídio, dizendo que não deveria ter tentado conseguir dinheiro rápido. A equipe de Mac Taylor descarta a possibilidade de suicídio quando a esposa de Dario diz que falou com ele naquela mesma manhã, mas a lividez do corpo sugeria que ele estaria morto há muito mais tempo. A partir de então, temos uma mistura de flashes focados em Skeet e a investigação dos detetives de NY.

Enquanto os CSIs de Las Vegas possuem seu Dr. Jeckyll como provável assassino da temporada, os detetives da Big Apple acabam de conhecer o seu: O assassino da bússola.

Dario foi encontrado no Sul de NY, com uma bússola em seu bolso apontando para a mesma direção. Mac recebe outra bússola por correio, dessa vez apontando para o norte. Após analisar evidências dessa nova bússola, a equipe encontra a segunda vítima do assassino: Carole Hillcroft, membro da associação de jardinagem. Ela foi encontrada morta do mesmo jeito de Dario, estrangulada, enforcada e com um bilhete.

O interessante do nosso novo assassino é que, os flashes parecem ser do passado, mas de fato são do presente. E não é só a impressão dos flashes que nos levam 50 anos atrás, mas também vestígios de grama sintética achada na corda ao redor do pescoço de Dario, de 1963, a logomarca de uma empresa achada no papel do bilhete, de 1964, a estação de rádio com que Skeet acorda, de 1964 e até o visual da mulher que aparece com ele (a qual até poderia ser uma ilusão do homem).

O assassino da bússola parece ser uma personagem interessante. Ele provavelmente está cometendo tais crimes como uma forma de vingança; uma forma própria de justiça aos culpados pela morte de alguém próximo dele. Os flashes sempre mostram o retrato de uma criança, talvez seu filho?

Ao decorrer do caso, Danny continua a luta contra sua condição, tentando voltar a andar para poder correr no parque com sua filha. Don ainda está apegado a Jess, e aparentemente irá demorar certo tempo para ele se recuperar. E Haylen Becall consegue se juntar a equipe, o que deixa Adam desconfortável.

Terminando com uma bússola sem apontar para um lugar específico, fica a promessa de um ótimo inimigo para os próximos episódios.

CSI

csi

Assim como em CSI: NY, a trama do episódio se desenvolve diferentemente, uma vez que a identidade do assassino é revelada antes da abertura da série.

Embora o telespectador já saiba quem é o culpado, os CSIs da cidade do pecado ainda precisam seguir as evidências para fechar o caso.

Novamente na mistura de flashbacks com a história de Paulie (assassino) e Jason (vítima) e o presente dos CSIs e de Paulie, vemos que Jason descobriu sobre um plano de Paulie para se vingar da sua empresa e de todos que trabalhavam lá. Catherine e equipe chegam a pensar que eles estariam tramando um ato terrorista, devido a vestígios de explosivos achados. No entanto, ao analisar pedaços de metais achados na cena do crime e guiado pela experiência de Catherine, Langston chega à conclusão que o ato não tem a ver com terrorismo, mas o roubo de um cofre.

Ao som de “Under Pressure”, o episódio termina com Paulie explodindo o cofre da empresa. A cena em que Paulie consegue roubar algum dinheiro e fugir da polícia não passa de uma ilusão de um homem à beira da morte, esmagado pela porta do cofre.

Até que foi um bom episódio, mas a medida de longo prazo, só serviu para mostrar mais um pouco da história de Langston. Ele analisa o resultado da amostra de sangue de seu pai (que ele colheu da medalha) e percebe uma disfunção de uma enzima chamada “Monoamine Oxidase A”, que pode ser responsável por comportamentos violentos. Ray fica claramente incomodado por isso, principalmente porque ele admitiu ter paviu curto. Terá Ray medo de virar um homem violento como seu pai?

PS.: Quem viu o Newman de Seinfeld fazendo papel de chefe inconveniente?


CSI: NY – 6×02: Blacklist / CSI – 10×02: Ghost Town

19/01/2010

CSI NY 6x02

Um assassino virtual e um parente de uma personagem conhecida pelos fãs de CSI mais velhos. Dois ótimos episódios, com duas ótimas tramas.

Atenção: Spoilers Abaixo

CSI: NY

A história começa com um aparente GPS quebrado, dando indicações erradas à um sujeito. Mas quando ele se encontra em um beco sem saída, no pior bairro de New York, e a suposta assistência técnica sabe seu nome (e tem uma voz creepy), a situação fica mais interessante.

Aaron Dexter (o homem do carro) é morto por residentes do bairro quando seu carro dispara o alarme e desliga todos os outros comandos. Ele era o chefe executivo da rede de saúde GMI Health.

A equipe de Mac Taylor entra em ação e descobre, pelas impressões digitais deixadas na porta do veículo e pela suposta altura do atirador, o culpado. Junior Mosley atirou em Dexter e roubou sua carteira.

Caso resolvido? Ainda não. O Dr. Jeff Evans estava apreciando um agradável almoço, quando entra em choque anafilático. A comida fora feita com um molho de amendoim, pelo qual o doutor era alérgico.

Um homem é morto devido à instruções erradas de um GPS que, no sistema central, acusava a localização correta. Outro entra em coma devido a um ingrediente que, tecnicamente fora excluído do pedido pelo computador, mas chegou nas mãos do chef com a informação errada. Não demora para Mac concluir que está lidando com alguém usando a tecnologia como arma.

Quando o “assassino virtual” usa a assinatura digital de Mac para instalar câmeras de segurança no laboratório, o detetive usa tal ferramenta como uma vantagem sobre o culpado. Ele pede para o assassino ligar para seu escritório, e obtém uma resposta. O chamado Grave Digger fala sobre o pai de Mac, e como ele morreu. Depois de um flashback da parte de Mac, ele chega à conclusão que o Grave Digger está em um estágio terminal de câncer. O Dr. Evans era seu oncologista e o hospital onde ele se tratava era administrado por Dexter.

Quando a equipe cruza os nomes dos pacientes do Dr. Evans com os empregados da Prospective Data (acharam por causa da sua impressão digital virtual) e obtiveram o nome Victor Benton. Ele trabalhou durante dez anos com o projeto de GPS do governo.

Mac sabia que Benton iria atacar novamente, e descobriu o nome da outra médica que o tratou: Lisa Kim. A doutora possuía um caso de grave claustrofobia e quase morreu quando Victor a trancou dentro do elevador do hospital. Felizmente para Kim, Mac e Hawkes chegam a tempo de salvá-la.

O Benton era motivado pelo fato de que,  há dois meses, a área de oncologia do hospital foi fechada, e nela eram tratados pacientes sem seguro de graça. Quando Victor parou de receber o tratamento, foi como ele tivesse recebido seu atestado de óbito.

Victor ficou tão ocupado aterrorizando a Dra. Kim que acabou ficando exposto. Com a ajuda de um cavalo de Tróia, Adam consegue o endereço do Grave Digger. Quando ele percebe que foi exposto, arranca seu medicamento das veias e retira seu oxigênio. Ele quase morre, mas os detetives foram mais rápidos. Agora ele será tratado até seu julgamento.

Achei o Grave Digger um perfeito vilão, mas senti que ele poderia ser mais desenvolvido. Tudo acabou rápido demais. Mas de qualquer jeito, além de ser um desafio para os detetives, o episódio contou com ótimos flashbacks de Mac, lidando com seu pai a beira da morte.

CSI

CSI 10x02

A equipe do graveyard shift trabalha em dois casos no episódio. Nick, Sara e Greg investigam o assassinato de um homem encontrado com a garganta cortada, e Catherine, Ray e o Doc tentam resolver o curioso caso de Joseph Bigelow.

No final do episódio de estréia, Ray e Doc ficam intrigados por algo dentro do Sr. Bigelow, o que revela ser o intestino delgado do homem amarrado em seu baço, como um presente de natal. Se isso já não fosse estranho o suficiente, eles descobrem que tal proeza fora feita após sua morte e de uma maneira muito peculiar: com um laparoscópio.

Catherine lembra-se que conhecia Joe. Ele era um morador de rua que fazia sempre o mesmo trajeto todos os dias. No entanto, o lugar onde ele foi achado era longe de sua rota normal, sugerindo que a pessoa que fez isso mora ou trabalha perto do local da desova. Também indica que não havia motivos pessoais, Joe foi escolhido ao acaso.

Enquanto o caso do presente de natal é investigado, Nick, com a ajuda do legista Super-Dave, descobre que a casa onde o Ryan Lester foi morto era usada para gravar e transmitir certo tipo de entretenimento via webcam. Quando Greg analisa alguns vídeos feitos, ele percebe que a cortina de trás da moça do filme se mexe. Ao dar um close, ele encontra um olho (bastante bizarro) observando a performance da garota.

Nick vai até o lugar onde o observador desconhecido ficava, e acha um cabide da lavanderia Diamond Star. A única casa da área que usa esse serviço de lavanderia é a de Faith Manson, que mora com seu filho. Nick e Sara entram no quarto do garoto, que possui uma decoração medonha, voltada para o lado negro da força, assim por se dizer. Depois de encontrarem um sapato do mesmo tamanho da pegada deixada na cena do crime e uma navalha com sangue, Sara vê máscaras típicas de filmes de terror e se lembra do Juiz Manson, também conhecido por Paul Millander.

Aqui temos um momento clássico e nostálgico para os antigos fãs de CSI. Na primeira temporada (com um fechamento do arco somente na segunda), uma série de assassinatos é cometida pelo serial killer Millander, que era um tipo de dupla personalidade de Doug Manson. Craig é o filho adotivo de Manson/Millander.

O garoto é levado para a delegacia e outro corpo é encontrado na casa vizinha dos Mansons. A vítima (que gerenciava uma casa de drogas) foi assassinada do mesmo modo que Ryan.

Tanto o sapato quanto a navalha, são excluídos como provas contra Craig. A única evidência que bate é a maquiagem achada no exterior da casa de Ryan. Mesmo assim, os CSIs continuam contendo Craig, tentando achar alguma prova contra ele.

Catherine vai até Ray para que ele dê uma olhada no caso de Nick com olhos frescos. Ele estava tentando fazer o mesmo procedimento em um porco que o Dr. Jekyll fez em Joe. Preciso comentar essa parte porque achei muito boa. Ray diz que fazer o laço com o intestino é como tentar fazer um nó em um cabo de cereja com a língua. Cath diz que, depois de algumas bebidas, ela consegue. Senti saudades desse lado showgirl da nova chefe.

Ma voltando para o caso, Ray analisa um braço de borracha achado no quarto de Craig, e percebe uma má formação em seus dedos. Como Millander não tinha esse problema, fica claro que aquela era uma cópia das mãos de Craig. Com isso, Ray prova que Craig não consegue segurar um estilete direito e, conseqüentemente, ele não poderia ter matado as duas vítimas.

Ray volta para o caso do Dr. Jekyll e chega a conclusão que Joe não será sua última vítima. Aparentemente, ele guardou a gravata-borboleta de Joe, indicando um comportamento típico de serial killers.

Nisso, Nick e Sara analisam as camisetas das duas pessoas que chamaram a policia (a garota que o encontrou no chuveiro e escorregou em seu sangue e o patrulheiro da rua que encontrou a garota). Eles descobrem respingos de sangue na camiseta do patrulheiro que não deveria estar lá. Com Brass, eles vão até a casa de Harvey, e o encontram com uma arma na mão, mantendo a filha e mulher como reféns. Nick conversa com Harvey, e ele finalmente deixa ambas irem com os policiais. Depois de um tenso momento “Irá ele se matar?”, Harvey larga sua arma e diz que só queria proteger a família. Suas intenções eram boas, mas ele tomou o caminho errado.

No final do episódio, Sara conversa com Craig, se desculpando por tê-lo mantido como suspeito devido as ações de seu pai. Ele divide com a CSI um momento em que lembra de sua infância, e seu vinculo com Paul Millander e Doug Manson.

Após essa cena afetuosa, o episódio fecha com Ray analisando algumas coisas velhas de seu pai (que lutou na guerra da Coréia ) e encontrando sangue na ponta de uma das suas medalhas. Ele pega uma amostra, que provavelmente irá mandar analisar.

Adorei o episódio, e principalmente esse novo serial killer. Dr. Jekyll dará uma boa história.


CSI: NY – 6×01: Epilogue / CSI – 10×01: Family Affair [Seasons Premier]

19/01/2010

csi

A cidade de New York teve um final de temporada lindo, genial; já Las Vegas nem tanto. Porém, ambas tem ótimos começos, com nossos CSIs preferidos e muitos, muitos tiros.

Atenção: Spoilers Abaixo

CSI: NY

O episódio começa com a seqüência que deu final à ótima quinta temporada. Tiros por todos os lados, muitos vidros quebrados e, como não poderia faltar, sangue escorrendo de alguém.

Após a abertura, a série mostra que continuará com a sua perfeita trilha sonora, fazendo uma montagem de como os CSIs continuaram com suas vidas após os acontecimentos de um mês atrás, ao som de Fink (See It All). Mac se tornou obsessivo pelo caso (que ainda não tem nenhuma pista), espalhando evidências por toda a sua sala; Don tenta esquecer Jess tomando bebidas alcoólicas e se encontrando com outras mulheres; Adam e Stella se envolvem durante uma noite (e de acordo com ela, não acontecerá novamente) e, para concluir a cena, Mac olha para o distintivo de Danny com um olhar triste. Já sabemos que estava sangrando no bar.

Danny foi atingido na noite do tiroteio, ficando temporariamente paraplégico. Percebe-se que ele está muito revoltado com sua situação, mas Lindsay está presente para ele. O jeito que ela deu suporte para seu marido foi muito fofo, principalmente quando ela descobre que as chances dele voltar a andar são somente de 10%. Ela diz que essa é a mesma porcentagem que o canal do tempo disse que teria chance de chover, e foi o suficiente para ela trazer seu guarda-chuva.

Assim como o nome do episódio sugere, o caso gira em torno da descoberta dos responsáveis pelo tiroteio. Um epílogo do arco. Tudo começa com Mac e Danny se encontrando com a irmã de um dos culpados, que acaba morta. Então eles analisam vídeos de segurança, cena do crime e, devido a novos ataques do carro prateado, eles chegam à conclusão que isso não tem nada a ver com policiais, e sim com pessoas querendo ter poder.

Analisando DNA, vozes em secretárias eletrônicas e placa de um veículo, todos os três responsáveis são identificados (na verdade dois, pois Jake não atacou o bar). Um morreu pelas facadas dadas pelo segurança e o outro levou um tiro de Jake, que foi para a cadeia. Achei interessante a escolha de fazer algo sem nenhum grande significado por trás. Os CSIs estavam apenas no local errado, na hora errada.

Tendo o caso resolvido, todos podem seguir com suas vidas, até Danny, que no fim do episódio consegue mexer seus dedos do pé no mesmo momento que começa a chover. A cena foi ótima, mas alguém realmente achou que ele ia ficar na cadeira de rodas para sempre?

E não posso esquecer de comentar a chegada de uma nova personagem: Haylen Becall, técnica de limpeza de cena do crime. Ela acha uma impressão digital sangrenta no elevador do prédio. Haylen está determinada a ter um emprego no laboratório, porém o empregado mais recente é Adam. Isso mostra que os dois ainda terão uma história.

CSI

Fiquei com medo de assistir essa season premier depois do final de temporada horrível. Mas o laboratório de Las Vegas já é parte da minha vida, então juntei forças e, com muita esperança, baixei o episódio em questão.

Todo o desgosto que eu tive assistindo ao episódio final da nona temporada foi quase perdoado totalmente só com a abertura desse episódio. As cenas congeladas foi uma das coisas mais lindas que eu vi nesse começo de Fall Season. Aparentemente, não foi somente o Morpheus que saiu da matrix para ir à CSI, mas também alguns efeitos especiais e os agentes Smith que atacaram o laboratório. Sem contar que, na falta de Grisson, Lawrence Fishburne conseguiu ser convincente na sua frase de impacto pré abertura.

O caso foi típico Las Vegas, com a morte de uma jovem atriz em ascensão. O que parecia apenas uma batida causada por um motorista bêbado acabou se desenvolvendo em algo maior. O guarda – costas do namorado de Olivia (a atriz) foi pago para afastar a garota, que estava grávida. Ele deveria apenas tirar fotos dela com seu pai problemático, mas acabou matando o homem. Agora, ele teria que matar Olivia também, e usou um perseguidor obcecado pela atriz como bode expiatório.

Achei muito bom que o John Doe de Greg foi a razão do ataque ao laboratório, e que acabou por ser a peça para resolver o caso. Ataque, aliás, que parecia ser mais legal congelado. Eu achei que tudo aconteceu meio rápido demais. Vendo a abertura, deu a entender que aquele seria um grande acontecimento, mas não passou de dois minutos chegando ao fim do episódio.

A CSI Adams, que entrou para substituir Sara, já saiu da série, e devo admitir que não sentirei falta dela. Presumo que quem terá mais destaque é Wendy Simms (Liz Vassey), que até já entrou nos créditos da abertura (demorou né? Ela é ótima). E, substituindo sua substituta, quem dá as caras é Sara Sidle. Aparentemente, ela vai fazer parte de um arco da temporada. Eu nunca gostei muito da personagem de Jorja Fox, mas fiquei feliz em revê-la. Ela deu uma ajuda moral para Catherine, que estava achando que era uma péssima líder, assim como Riley sugeriu.

Eu já estava feliz com o episódio, o qual teve uma participação maior da Catherine e mostrou Nick como o futuro entomologista do laboratório. Mas então, no último minuto é mostrado o cliffhanger da temporada (ou pelo menos do próximo episódio). Há algo no tórax de Joseph Bigelow, algo muito estranho.