Segundas de Amendoim

16/03/2010

Spoiler Alert!

The Big Bang Theory – 3×16: The Excelsior Acquisition/ 3×17: The Precious Fragmentation

The Excelsior Acquisition é um episódio glorioso para nós, os geeks. Não apenas temos o supremo Stanley Stan Lee como convidado especial, mas também somos apresentados a uma revolucionária nova forma de comunicação: a camiseta musical do Raj (sério, o mundo seria um lugar melhor se todos tivessem essa camiseta e pudessem exprimir aqueles sentimentos que não podem ser colocados em palavras – como o “doink doink” de Law & Order: SVU (love!)).
Nossos “Stan-fans” estão se preparando para o encontro com o rei. Enquanto Sheldon decide qual HQ terá assinada (baseando-se em um pensamento mais uma vez beirando o irracional, porém com certo teor consistente e interessante), Wolowitz se corta com um de papel (sim Howard, existe algo pior (e mais absurdo) que corte com folha de papel; corte com papel de presente…). Após descobrir que foi intimado, Dr. Cooper tem que tomar um rumo diferente de seus companheiros paladinos. A lei, infelizmente, fala mais alto que a Marvel e, “por fazer a mesma porcaria que ele sempre faz, mas com um juiz”, Sheldon foi encarcerado. Enquanto isso, na sala de perigo, Raj, Howard e Leonard tomam sorvete com Stan.
Sentindo-se culpada pelo “dedo que se move”, Penny consegue o endereço da casa de Stan e leva Sheldon até lá. Ela sempre dá bons presentes para o rapaz, seja um guardanapo com o DNA de Leonard Nimoy ou uma oportunidade de conseguir uma ordem de restrição. Porque não há jeito melhor de conhecer celebridades do que cometer leves crimes contra elas (de que outro jeito Lucille Gatchell iria conhecer Sandra Bullock?).

Já em The Precious Fragmentation, o mundo dos quadrinhos é deixado de lado para dar lugar ao universo de  J. R. R. Tolkien. Batman os guiou até uma caixa encantada, na qual os hobbits encontrariam algo que mudaria suas vidas: um anel original do filme “Senhor dos Anéis” (e um boneco do Alf).
Não demorou muito para a discórdia atingir os personagens, e uma longa disputa pelo anel (e, consequentemente, um jet ski) seria travada. Penny foi designada como guardiã temporária do anel, e ela estava disposta a fazer qualquer coisa para protegê-lo (mesmo com os esforços de Smeagol Sheldon). No entanto, o perigo que a cercava era muito grande, e o objeto fora devolvido a Leonard (e eventualmente roubado por Sheldon no banheiro). Só havia uma solução para o problema; promover um árduo teste, no qual o último a continuar segurando o anel seria o campeão.
Alianças foram formadas, famílias foram verbalmente atacadas, e ao final de uma exaustiva batalha, o vencedor foi…ninguém. Leonard, muito esperto, se apoderou do objeto que estava ao chão. Porém, Sheldon não o deixaria em paz; ele não descansaria até ter novamente o precioso em suas mãos.

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Promos de TBBT e HIMYM

01/03/2010

The Big Bang Theory e How I Met Your Mother voltam hoje com episódios inéditos na programação americana. Confira os trailers:

The Big Bang Theory – 3×16: The Excelsior Acquisition

Participação super (em todos os sentidos) especial de Stan Lee.

How I Met Your Mother – 5×16: Hooked

Com a cantora Carrie Underwood como convidada.


Segundas de Amendoim

11/02/2010

Atenção: Spoilers Abaixo

House – 6×13: 5 to 9

Adoro quando são feitos episódios mostrando um segundo ponto de vista da trama original. Não pensei que apenas a rotina de Cuddy poderia preencher os quarenta e poucos minutos do episódio sem ficar cansativo, mas seu ritmo frenético torna isso possível (me lembrou o piloto de ER). O divertido foi vê-la tendo que lidar com vários assuntos, entre eles uma farmacêutica ladra sociopata e uma ambiciosa companhia de seguro, e ainda tendo as normais interrupções de House e sua equipe. E por falar em House, ele pode ser o motivo de muitos problemas na vida hospitalar de Cuddy, mas também oferece conforto – de um jeito um tanto estranho. Que Lisa iria perder o emprego ninguém acreditou, mas fiquei tensa durante toda a negociação com a Atlanticnet. É aquela coisa, você sabe o que vai acontecer, mas continua preocupado. Depois de ser chamada de bitch várias vezes, andar por todo o hospital, se preocupar com a filha, armar para a sociopata e conseguir seus 12%, Cuddy tem mais que gritar. Ótimo episódio.

The Big Bang Theory – 3×15: The Large Hadron Collision

No campo esquerdo, com um PhD e um QI de 187, Sheeeeldon Cooooper. No campo direito, vinda de Nebraska e atualmente trabalhando no Cheesecake Factory, Peeeenny. Façam suas apostas senhoras e senhores, pois o prêmio para essa disputa é uma viajem à Suiça. Nunca vimos Sheldon suplicar tanto para obter alguma coisas – desde o uso argumentos lógicos e racionais até uma tentativa de mostrar afeto, com suco, café e panquecas no formato de Frodo. Infelizmente para Sheldon, ele estava combatendo um inimigo invencível, e sem se importar com qualquer contrato ou apresentação de power point, Leonard estava decidido a levar Penny para esquiar no Valentine’s Day. Nesse episódio descobrimos mais um fato sobre a garota: ela não lê Dan Brown. Qualquer um que já tenha lido (ou assistido) Anjos e Demônios saberia o que é o CERN. Até eu ficaria curiosa para conhecer o acelerador de partículas…e para esquiar também. No entanto, a natureza é cruel (ou sábia) e ambos ficaram doentes demais para fazer a viajem. Ruim para Penny, Sheldon e Leonard. Bom para Koothrappali. FYI, eu definitivamente consideraria Rupert Murdoch o traidor número 1. Firefly era tão legal…

How I Met Your Mother – 5×15: Rabbit or Duck

O Valentine’s Day continua em HIMYM, assim como o Super Bowl. Achei criativa a nova maneira de Barney se auto-promover (CBS), mas isso criou um mal que ninguém poderia ter previsto. Um mal capaz de atravessar o tempo e destruir vidas. Um mal que deveria ser destruído. Nossos heróis foram Lily e Marshall que, sem pensar duas vezes, destruíram o anel celular. Só faltou o Barney falar “My precious”. Quanto ao debate do coelho ou pato, fico do lado de Marshall. Coelhos são fofinhos e patos mordem sua mão (memórias do passado), então o coelho deveria ser o bom. Se eu estivesse no MacLaren’s, Marshall teria ganhado a discussão. Ted resolveu dar um salto de fé e ter um casamento arranjado, o que obviamente não funcionou (se não fosse o celular teria dado certo). Robin ficou um pouco menos chata, mas ainda dá pra melhorar bastante. E o legado das técnicas do Barney continuam internet a fora.


Quintas de Baunilha

10/02/2010

Atenção: Spoilers Abaixo

Grey’s Anatomy – 6×13: State of Love and Trust

Não achei que iria acontecer, mas McDreamy realmente virou McChief, e acabou por narrar a trama da semana. Não foi dos melhores episódios, mas decisões importantes foram tomadas. Falando de amor e confiança, Mark continua bravo com Lexie, o que eu e a Callie achamos injusto de sua parte. O ex-Chief engoliu o orgulho e tomou a decisão correta, e agora irá para rehab. Karev, que já tinha um passado com obstetrícia, pode afirmar que a pediatria, assim como as outras alas, também é hard core. Derek teve que lidar com um possível processo, no mesmo caso que Bailey acidentalmente traiu a confiança de sua paciente. Nada melhor do que acordar no meio de uma cirurgia com uma médica mexendo no seu intestino como se fosse um prato de macarrão, certo? E por final, mas definitivamente não menos importante, temos Christina e Hunt. Ellen Pompeo pode ser a protagonista da série, mas quem está dando um show atualmente é Sandra Oh. Owen pode não entender Christina direito, mas eu acho que ela está certa. Yang já se perdeu uma vez com um relacionamento que acabou mal e, para que a relação Huntina dê certo, ela tem que colocar um limite mesmo. Com um pouco de sorte e colaboração de todas as partes, talvez Owen, Christina e Teddy possam existir no mesmo espaço.

Fringe – 2×15: Jacksonville

Deturpadamente magnífico. Sem dúvidas, esse episódio foi o melhor das duas temporadas. Depois de alguns episódios sem grandes revelações da mitologia básica da série, Fringe chega essa semana com força total – rasgando realidades paralelas e sobrepondo prédios e pessoas. O universo precisa de equilíbrio, Walter precisa ir para Jacksonville e os fãs precisam de mistério e ação. Eu estava com saudades de ver Olivia se envolvendo nas experiências bizzaras de Walter e, dessa vez, o experimento lhe rendeu um poder adormecido. Depois de ser transportada até uma floresta (eu jurava que ela estava na ilha de Lost quando abriu os olhos…) e ter um encontro com si mesma, a agente Dunhan agora vai além dos limites da percepção e pode identificar objetos (e pessoas) que pertencem à realidade alternativa. Não só ela pode salvar várias pessoas de ter um final terrível, como descobriu um segredo que Walter não quer que seja revelado. Só quero ver como ficará a relação da protagonista com os Bishops, uma vez que Olivia deu uma olhada no dark side de Walter e agora sabe que Peter não é de “Kansas”.

CSI – 10×13: Internal Combustion

Las Vegas é considerada a cidade do prazer, por isso muitos podem não levar a sério um homicídio. E é por isso que nossos CSIs possuem um trabalho tão importante. O que começou com um rapaz desmaiando e morrendo na escola não passou de um infortúnio da Síndrome de Chiari, mas levou os investigadores a encontrar o homicidio principal da trama. Um bom episódio não pode deixar de ter uma gangue, carros velozes, amor jovem e um homem com um grande ego. Infelizmente para Cindy, isso resultou na garota sendo atropelada e arremessada como uma bola de futebol americano. No entanto, graças aos esforços da turma do graveyard shift, o mistério foi resolvido e o culpado foi pego. Esse foi um bom episódio independente, mas estou curiosa para saber o que a continuação do arco do Dr. Jekyll aguarda. Langston não apareceu muito na história, dando mais lugar a Catherine e Nick. Adoro ver os dois trabalhando juntos, talvez pela nostalgia das primeiras temporadas. Ambos apostando uma corrida no final foi um fechamento perfeito para o episódio.


Segundas de Amendoim

05/02/2010

Atenção: Spoilers Abaixo

The Big Bang Theory 3×14: The Einstein Approximation

O que acontece quando aquele que possui respostas para tudo se depara com uma questão aparentemente sem solução?  Simples, ele enlouquece. Sheldon tenta de tudo para conseguir sua resposta; desde ver seu trabalho como uma imagem periférica transitória até trabalhar no Cheesecake Factory, passando por uma visualização dos átomos de carbono dentro de uma piscina de bolinhas. Nesse episódio, Sheldon chegou a um novo nível de bizarro– ótimo para quem estava assistindo, mas suponho que Penny e Leonard não tenham se divertido muito. Fiquei meio desapontada porque achei que teríamos mais cenas envolvendo Penny e Sheldon no Cheesecake Factory, mas as poucas que apareceram foram boas. Leonard, Howard e Rajesh podem dançar o quanto quiserem sobre patins, mas esse episódio pertenceu ao grande Sheldon. E fica o pensamento do dia: quero uma piscina de bolinhas…Bazinga!

House – 6×12: Moving the Chains

Primeiro tivemos uma paciente psicopata, agora vimos um gigante – em todos os sentidos (sério, fiquei com medo). Enquanto a equipe tentava descobrir o que tinha de errado com o jogador de futebol americano, Foreman teve que lidar com seu irmão recém saído da prisão, e empregado por House. Essa trama ficou como o fator emocional do episódio, o que seria uma ótima idéia, se Eric não fosse tão chato. Adoro quando as ações de House se revelam benéficas, mas quando isso acontece com Eric, quando ele entra em contato com o lado sentimental, pra mim não funciona. O diagnóstico do caso resultou em câncer de pele, o que foi razoavelmente legal. Mas acho que o melhor da história ficou com as brincadeiras feitas a Wilson e Greg. Wilson achou um gambá na banheira, House caiu na banheira, e ambos perderam a televisão. Quem estava aprontando com os companheiros de quarto era Lucas, que ainda se sente ameaçado pelo sarcástico médico. E na minha opinião, realmente deveria.

How I Met Your Mother – 5×14: The Perfect Week

Não tive cãimbras na bochecha de tanto dar risada nesse episódio, mas foi engraçadinho. Eu adoro o casal Lilly/Marshall, mesmo nas suas esquizitices. Mas tenho que admitir que eles se superaram quanto a escova de dente (que aliás, foi extendida para Robin e Ted…). Barney, que mal apareceu no episódio passado, resolveu lidar com sua situação “quase demitido” tentando fechar o jogo perfeito, a semana perfeita. Embora essa tenha sido a trama principal do episódio, não achei grande coisa. Apenas Barney agindo como Barney – e conseguindo completar sua missão com a ajuda de seus amigos. Agora, o que realmente me deixa triste é a personagem de Cobie Smulders. Durante todas as temporadas, Robin foi minha favorita. Mas atualmente ela está meio desaparecia e, me atrevo a dizer, um pouco chatinha. Não, não tive cãimbras na bochecha de tanto dar risada, mas aprendi a checar se aquele nome aparentemente falso realmente é falso antes de fazer piadas sobre ele. Tadinha da japinha…


O Mundo de J.J. Abrams

21/01/2010

Conheci J.J. em 2001, quando tinha 12 anos. Nós éramos inseparáveis, nos encontrávamos toda semana. Depois de cinco anos chegamos ao final. Com Lost no ar, acabávamos nos encontrando, mas como havia mais pessoas envolvidas no projeto, não ficávamos juntos tanto quanto gostaríamos. Há seis meses começamos a nos ver semanalmente de novo. O começo foi meio estranho, mas acho que as coisas vão dar certo.

J.J. Abrams é conhecido por ser a mente por trás da série Alias (2001-2006) e por ser co-criador de Lost. Ele já havia feito sucesso com Felicity, e em outubro de 2008, estreiou seu novo projeto: Fringe.

Quem acompanha o trabalho de Abrams, percebe que ele passa aos seus seriados características distintas. Essas características podem ser separadas em três categorias:

1ª Categoria

A maior de todas as suas características, e que abrange todas as suas séries, é a da protagonista feminina, forte, inteligente, bonita e independente.

2ª Categoria

Felicity é a única série que difere um pouco das outras três, por isso fica de fora da segunda categoria. O que liga Sydney Bristow (Alias), Kate Austen (Lost) e Olivia Dunhum (Fringe) são complexidades de personagem.

– As três foram afetadas por uma morte, o que as tornou mais frias (por falta de melhor adjetivo) e isoladas.

– Todas têm problemas relacionados a seus pais ou padastros: Sydney tem uma relação complicada com seu pai (vários momentos de desconfiança e descrença); Kate colocou fogo em sua casa com o padastro dentro, pois Wayne batia em sua mãe quando bebia; a situação de Olivia é parecida com a de Kate. Seu padastro também batia na sua mãe quando abusava de álcool. Certa vez, Olivia não agüentou e atirou nele. Infelizmente, coisa ruim não morre. Agora em todo aniversário de Olivia ele manda um cartão, só para lembrá-la que ele está vivo (no episódio que isso foi mostrado, dá para perceber que ele será um estorvo na vida da protagonista).

– Há também a questão dos disfarces. Kate, por ser fugitiva, assumia uma personalidade diferente toda vez que mudava de cidade. Sydney se disfarçava semanalmente para infiltrar-se em território inimigo e completar suas missões. Ela usava perucas, diversos estilos de roupas e diferentes sotaques e línguas. Embora a protagonista de Fringe não use perucas e afins, ela também começou a trabalhar disfarçada nos últimos episódios.

– Elas acabaram ficando com seus “parceiros de trabalho”. Sydney tentou resistir, mas na segunda temporada se envolve com Michael Vaughn, seu contato da CIA. Não importa se é Jack ou Sawyer quem trabalha mais com Kate, pois ela tem história com os dois. Jack e Kate se envolveram numa verdadeira relação quando eles saíram da ilha e Kate e Sawyer tiveram um breve relacionamento (pode-se chamar de relacionamento?) na terceira temporada (e devido a trocas de olhares na quinta temporada, quem sabe os dois não ficam juntos na última?). E é claro, Olivia ainda não ficou com o Peter, mas é preciso ingenuidade para achar que eles nunca terão nada juntos.

3ª Categoria

Na terceira categoria, há várias relações entre Alias e Fringe.

– Ambas as personagens trabalham para o governo (Sydney – CIA e Olivia – FBI)

– Nas duas series há vários fatores de ficção científica, como pessoas sendo clonadas, teletransporte e interferências no tempo/espaço.

– No começo dos dois seriados as protagonistas tinham um relacionamento estável com um homem que morre logo no primeiro episódio (Danny, que era o noivo de Sydney, é assassinado pela SD-6 e John, que seria em breve o noivo de Olivia, morre em seus braços após um acidente de carro).

– Sempre tem um vilão russo ou alemão querendo construir uma arma super poderosa ou um vírus bizarro.

– Walter e Marshall são os gênios de suas respectivas séries. E é claro que com suas genialidades, vem certo (para Walter muito) fator de loucura.

– Os fãs de Alias conheceram o trabalho de Milo Rambaldi, com artefatos e caixas misteriosas espalhadas pelo mundo. Agora quem assiste Fringe se deparou nessa primeira temporada com as astucias de Robert David Jones, que embora não fosse um DaVinci/Nostradamus, foi o elemento de coisas estranhas que acompanhou Olivia durante o ano.

– Sydney era conhecida por ter aquelas lutas que quebravam tudo que estava ao seu redor. Embora Olivia use mais a sua arma do que seus pés, ela também tem sua cota de quebra de objetos.

– As palavras “verdade” e “traição” são constantemente contestadas.

– Outras semelhanças entre os seriados se dão pelas pessoas que trabalham com Abrams, como Alex Kurtzman e Roberto Orci, que também são criadores de Fringe e trabalharam em Alias. E o estilo musical é parecido em Lost, Alias e Fringe porque Michael Giacchino é compositor da maioria das músicas das três séries.

Felicity teve quatro temporadas, Alias cinco e Lost terá seis. A aposta agora está em Fringe, que começou um pouco fraco, mas que está começando a fazer jus ao nome de J.J. Abrams. Talvez isso tenha acontecido porque J.J. decidiu que o arco de acontecimentos de Fringe seria menos complicado do que o de Alias e Lost. Ele queria fazer com que se uma pessoa perdesse um ou dois episódios de Fringe, ela pudesse assistir o próximo sem problemas, o que não acontece com a trama da agente dupla ou na da ilha. No entanto, eu acho que ele está abandonando essa idéia porque nos últimos episódios de Fringe a trama complica um pouco, o que torna a série mais legal.